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Campo Grande, Quinta-feira, 17 de Agosto de 2017

18/12/2015 15:19

Médico aumenta bancada tucana na Câmara e reafirma doação de salário

Antonio Marques
Lívio Viana na solenidade de posse, nesta sexta (Izaías Medeiros / Divulgação CMCG)Lívio Viana na solenidade de posse, nesta sexta (Izaías Medeiros / Divulgação CMCG)

Depois de uma conversa com o governador, Reinaldo Azambuja (PSDB), o médico Lívio Viana de Oliveira Leite deixou o segundo cargo da Secretaria de Estado de Saúde para assumir, nesta sexta-feira (18), mandato de vereador na Câmara Municipal de Campo Grande. Ele obteve 1.521 votos, ficando na segunda suplência do PSDB (o 1º foi José Chadid, hoje sem partido), e agora amplia a bancada tucana da casa.

Lívio Leite tomou posse na manhã de hoje em sessão no plenarinho da Câmara, depois que o TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul) fez a recontagem dos votos das eleições municipais de 2012, em razão da cassação de quatros parlamentares por compra de votos. No dia da diplomação, Lívio Leite ainda não tinha certeza se assumiria o mandato ou ficaria na secretaria de Saúde, mas, segundo ele, o governador pediu para que ele assumisse, considerando que o partido amplia a bancada na Casa, que até então tinha apenas o presidente, João Rocha.

Com a possibilidade de José Chadid retornar ao ninho tucano, a base do PSDB terá três parlamentares na Câmara em 2016, mesmo número de PTdoB e PT, ficando atrás somente do PMDB, que tem seis parlamentares. Como este último está rachado, a tendência é que o partido do governador amplie ainda mais a bancada na casa.

Em seu discurso, Lívio Leite usou frases de duas gerações distintas de sua família sobre sua decisão de assumir o mandato parlamentar. Do filho, de apenas 12 anos, que aconselhou “se for pra fazer o que é certo”, e do pai, de 65 anos, que disse ao saber da oportunidade do filho: “não sei se te dou os parabéns ou os pêsames”.

Lívio disse que seu objetivo enquanto parlamentar vai ser resgatar o Pensando Campo Grande, da campanha do Reinaldo Azambuja a prefeito da Capital, e que suas proposições serão baseadas nas informações daquele projeto. O vereador voltou a comentar, ressaltando ser a última vez que falaria a respeito, sobre a doação de seu salário para instituições sociais. “É algo que fiz de foro íntimo. Isso não é apologia, de maneira alguma, de que vereador não precisa receber salário. Muito pelo contrário”, afirmou.

Segundo o tucano, pelo tamanho da responsabilidade que o parlamentar tem, o salário tem de ser condizente, “como deveria ser em toda a sociedade civil. Isso é uma decisão de foro íntimo”, repetiu. Lívio Viana de Oliveira Leite, registrou declaração no 2º Ofício do de Registro Civil de Campo Grande, em que garantia sua decisão de doar para uma instituição social (caso fosse eleito) o seu salário de vereador. O salário bruto de um vereador em Campo Grande está em R$ 15 mil e o valor líquido gira em torno de R$ 11,5 mil mensais.

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