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Campo Grande, Domingo, 23 de Setembro de 2018

07/04/2017 11:43

Mudança de nome de rua é 1º projeto de vereador aprovado na Câmara

Até o momento, foram aprovadas propostas de iniciativa do Executivo ou da mesa diretora do Legislativo

Richelieu de Carlo
Eduardo Romero defende projeto durante a sessão de quinta-feira. (Foto: Izaias Medeiros/PMCG)Eduardo Romero defende projeto durante a sessão de quinta-feira. (Foto: Izaias Medeiros/PMCG)

O primeiro projeto de lei dos próprios vereadores aprovado pela atual legislatura da Câmara Municipal de Campo Grande, que não seja de iniciativa do Executivo nem da mesa diretora, foi para mudar nome de rua. A proposta ainda foi analisada em plenário em regime de urgência, na sessão de quinta-feira (6), e é uma homenagem ao pai de um dos parlamentares.

O trecho da Rua Manicoré entre as Ruas Magestic e Indaiatuba, localizada no bairro Vila Entroncamento, na região do Indubrasil, passará a ser denominada Wilson Matto Grosso, empresário pai do vereador João César Mattogrosso (PSDB), líder da bancada do partido no Legislativo e presidente da Comissão de Indústria e Comércio.

A proposta foi apresentada pelo vereador Eduardo Romero (Rede), em co-autoria com Roberto Santana dos Santos, o Betinho (PRB); Carlos Algusto Borges, o Carlão (PSB); e Wellington Oliveira (PSDB). E contou com a assinatura de 20 colegas, mínimo necessário para ser votado em urgência.

“É uma justiça social que essa casa de leis faz a uma pessoa que muito contribuiu para a história social, habitacional, política, econômica e industrial. Um empresário reconhecido pela sua forma amigável, pela sua dedicação e sucesso trabalhando muito tempo pelo crescimento industrial de Campo Grande”, defendeu Romero, antes da votação.

Para o líder do Rede, como a proposta já estava em tramitação e “não tem nenhuma implicação mais grave”, não há problema em ser antecipada sua votação, que foi aprovada por unanimidade por 23 vereadores presentes no plenário.

O posicionamento é o mesmo da assessoria da casa de leis. “A tramitação de lei dessa natureza é mais simples. Temos projetos mais complexos, mas não temos condições de colocar em votação”, alegou. Estes “projetos mais complexos” precisam passar por comissões permanentes antes de serem apreciados durante sessão.

Apesar de ser considerado de menor importância, Eduardo Romero defende os projetos que alteram nome de logradouros. “Nomear ruas não deixa de ser importante, pois são atribuições do Legislativo e ajudam a formar a identidade da cidade, através do reconhecimento de figuras que contribuíram para o seu desenvolvimento através dessa homenagem”.

“Seria um problema se a proporção de alterações fosse muito grande e não estivéssemos envolvidos com outros problemas da sociedade, o que não é o caso. Aprovamos outros projetos, realizamos audiência pública e estamos sempre discutindo os problemas da Capital”, finalizou Romero.

Agora, o projeto de lei segue para sanção do prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD).

Projetos – Como o próprio parlamentar apontou, outros projetos já foram aprovados por esta turma de vereadores da 10ª legislatura da Capital. Entretanto, as propostas aprovadas, até o momento, foram de iniciativa do Executivo local ou da mesa diretora, através da figura do presidente João Rocha (PSDB) e secretários, que alteram questões administrativas da casa.

A primeira proposição aprovada aconteceu no primeiro dia deste ano, 1º de janeiro, quando os vereadores deram o aval para reforma administrativa do secretariado do prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), com diminuição do número de secretarias.

Em 2017, também passaram a prorrogação de isenção de imposto às empresas do transporte coletivo da Capital, que manteve a tarifa congelada e projetos de apoio a trabalhadores de programas da prefeitura.

Já pela mesa diretora da Câmara Municipal, foram aprovadas a criação da Ouvidoria e Controladoria da casa de leis, entre outras resoluções e medidas administrativas.



Lendo essa reportagem eu não consigo entender pra que servem esses energúmenos, ainda chamam de casa de leis,esse nosso pais não tem jeito mesmo.
 
Bonerge em 07/04/2017 15:34:27
eu lendo esta matéria fico achando que estou com problemas mentais ou se realmente é verdade isto, o cara levanta cedo poem um terno se junta com os colegas para decidir trocar o nome de uma rua, fazem uma votação, gastam luz, perdem tempo, conversam sobre isso, e diz que é caráter de urgência?, mudar o nome de uma rua???, sinceramente, vocês ganham 15.000 reais por mês, fora os esquemas e articulações, pra decidir uma imbecilidades dessas??, isso é tirar a população pra louco, acho que vivemos numa bolha mesmo.Tinham que ganhar 700,00 reais por mês e trabalhar mesmo, não fazer essa lambança pra sociedade. Precisando de tapar buraco, violência nos maiores índices de todos os tempos, educação zero, saúde sem comentários, depois dessa até desanimei vou pra casa desacreditando de tudo!
 
Michelle Chiarrello em 07/04/2017 12:38:58
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