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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

09/12/2010 19:15

Negociação entre André e Fetems não evolui e 2011 pode começar sem aulas

João Humberto e Fernanda França
Reunião entre professores e o governador aconteceu hoje à tarde na governadoria. (João Garrigó).Reunião entre professores e o governador aconteceu hoje à tarde na governadoria. (João Garrigó).

Não evoluíram as negociações entre o governador André Puccinelli (PMDB) e representantes da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul) durante última rodada de negociações sobre reajuste, ocorrida hoje à tarde na governadoria. Por conta disso, não é descartada a possibilidade de o ano letivo começar sem aula em 2011.

Os professores da rede estadual de ensino querem chegar em 2013 recebendo o piso nacional e trabalhando 20 horas. Atualmente eles ganham em média, R$ 1.750,00, numa escala de 40 horas.

É intenção da categoria que o governo aceite reajustar progressivamente os salários, para que no ano que vem ocorra aumento significativo que atinja 15%. Com isso, os professores almejam que o piso nacional seja conquistado já em 2013.

André Puccinelli explica ao presidente da Fetems, Jaime Teixeira, que não pode se comprometer em reajustar salários e depois não cumprir. (João Garrigó).André Puccinelli explica ao presidente da Fetems, Jaime Teixeira, que não pode se comprometer em reajustar salários e depois não cumprir. (João Garrigó).

Puccinelli foi irredutível em relação ao aumento e argumentou que não pode ser leviano em combinar valores com a Fetems, para depois não honrar o compromisso. O governador frisou que uma alternativa seria corrigir as perdas referentes à inflação do período, concedendo assim um reajuste de 5,88%, acarretando um ganho a mais para a categoria, chegando ao patamar de 6%.

Jaime Teixeira, presidente da Fetems, levará a proposta à assembleia que acontece na próxima terça-feira (14), na sede do órgão. Mas ele já adianta que, dificilmente os professores aceitarão o aumento sugerido por André.

A possível paralisação de aulas no início do ano letivo de 2001 também será discutida na assembleia, a partir das 14h30 de terça.

No entanto, Puccinelli diz que aceita novamente retomar as negociações no dia 2 de abril, por meio de conversações a respeito do reajuste progressivo. O objetivo do governador é que a proposta comece a valer apenas em 2012 para que em 2014 o piso nacional seja atingido.

Pelo plano progressivo sonhado pelos professores, o reajuste proporcional passaria a vigorar em 2011, com o piso nacional já praticamente acertado para 2013, por 20 horas trabalhadas.



NINGUÉM DUVIDAVA DESTE GOVERNADOR, JÁ ESTAVA ESCRITO.
 
eraldu maison em 10/12/2010 12:06:02
Já era de se esperar, ele foi reeleito está com tudo, vcs prof. ainda estão bem melhor que nos administrativo de nível superior, que tem nível médio ganhando mais que um de nível superior concursado, pode imaginar um aumento de 3% numa inflação que aí está
 
catarina barros ferreira em 10/12/2010 10:31:01
Hahahahahaha conta outra... a Fetems qdo quer esperneia q dá dó, e sempre consegue um reajuste. Talvez não seja o ideal mas é sempre melhor do q nada. Neste governo, nos últimos 4 anos, Puccinelli sempre (eu disse sempre) concedeu um reajuste á categoria, diferentemente do governo do PT, (q a entidade veladamente apoia), q da última vez recebeu os professores p/ uma conversa com cães farejadores e gás lacrimogênio;
 
Carol Souza em 10/12/2010 09:23:20
AH BOM...AINDA BEM QUE A SEGUNDA REUNIÃO NÃO FICOU PARA 1° DE ABRIL...
 
joana da silva ferreira em 10/12/2010 08:46:25
Engraçado, na hora que descobrem os desvios de dinheiro público, ninguém lembra da inflação, e outra, nas eleições ele falava tanto em educação, melhoria salarial, porque agora esqueceu???
 
Cristian Souza em 10/12/2010 02:29:14
Já era de se esperar que o dono do poder executivo atualmente do MS, tomasse exatamente essa postura e não aquela proposta que o atual chefe pegou lá em público no debate da FETEMS, e dizia o mesmo que iria viabilizar no próximo dia após as eleições.
Para tanto temos que aguentar o que escolhemos para mais 4 anos. Afinal somos funcionários públicos e esses nunca foram valorizados pelos executivos, com exceção do poder judiciário diga-se passagem. Por que será?
Temos de infrentar isso mais uma vez, afinal o MDB está de volta e a greve também, e a melhor solução e greve já......... fazer o quê.
 
luizio wilson espinoza em 09/12/2010 08:57:44
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