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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

21/09/2011 10:40

Nelsinho consulta população sobre instalação de máquinas de camisinha em escolas

Vinícius Squinelo e Aline dos Santos
Técnica mostra funcionamento de máquina de preservativos.Técnica mostra funcionamento de máquina de preservativos.

A polêmica envolvendo a possível instalação de máquinas que disponibilizem preservativos masculinos em escolas de Campo Grande será decidida pela própria população. Pelo menos é o que garante o prefeito Nelsinho Trad (PMDB), que informou estar sendo realizada uma pesquisa procurando saber da população o que acha do tema.

“Estamos realizando um questionário com perguntas habituais, como religião e sexo, e quatro mais específicas. Perguntamos se a pessoa apóia a distribuição de camisinhas nas escolas com alunos de 5 a 13 anos, somente nas escolas com estudantes de 14 a 17, se é favorável independentemente da idade, ou se é contra em qualquer situação”, explicou Nelsinho, durante evento na manhã de hoje na Esplanada Ferroviária, no centro da Capital.

Segundo o prefeito, a medida, adotada pelo Governo Federal, é polêmica e deixa a população dividida. “Acredito que uma solução para que Campo Grande não fique foram do projeto da União seria a instalação de máquinas de camisinhas somente em escolas com estudantes a partir de 15 anos”, comentou Nelsinho. Tal decisão excluiria as instituições escolas municipais, que só oferecem o ensino fundamental, e incluiria as escolas estaduais e particulares com ensino médio.

O prefeito afirmou que a distribuição de camisinhas não deve ser a única medida tomada. “Minha mãe foi professora da rede estadual por 25 anos, e conversei muito com ela. O adolescente precisa, sim, ter acesso à proteção, também em forma de palestras, orientações e aulas de sexualidade”, opinou Nelsinho.

No último dia 15 de Setembro, a Câmara Municipal de Campo Grande aprovou, com 14 votos favoráveis, o Projeto de Lei Complementar nº 276/10, que proíbe a instalação de máquinas de preservativo em órgãos municipais, bem como, na rede pública e particular de ensino.

O projeto foi proposto pelos vereadores Paulo Siufi (PMDB), Herculano Borges (PSC) e João Rocha (PSDB), e contrapõem a iniciativa do Ministério da Saúde, em parceria com o Ministério da Educação.

A medida do governo federal, pretende oferecer preservativos aos alunos do Ensino Médio, como forma de prevenir doenças como a AIDS e outras sexualmente transmissíveis. Segundo a proposta do governo federal, as camisinhas deverão ser fornecidas mediante apresentação de senha pelos estudantes.

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eu acho que tem que dar mesmo camisinha, mas em todas as escolas
 
aldinei tailon em 26/09/2011 02:17:07
Orientação sim , mas doação de preservativos à menores , sem autorização escrita do pai ou responsável,é desrespeito à família.Os adolescentes já estão perdidos por falta de limites e responsabilidades, não precisamos piorar a situação. Aids não é contraída somente por relações sexuais, o maior índice de portadores adquiriram através do uso de drogas.Ofereçam nos postos de saúde e não na escola.
 
lyka rodrigues em 21/09/2011 10:23:43
Na minha opinião, educação é sempre bom, não é uma maquina de distribuiçao de camisinhas que vai acelerar a sexualidade e sim a internet, as amizades e etc.
Acho tb que uma pouca vergonha não é colocar uma maquina dessas na escola, mas pouca vergonha é o evento que ira acontecer neste domindo 24/09, onde pessoas praticamente nuas invadem as ruas, e isso ninguem discute.
 
João Guilherme em 21/09/2011 07:13:40
A sexualidade entre os adolescentes já está acelerada, com isso acredito que os incentivariam ainda mais.
 
Vânia Freitas em 21/09/2011 05:39:14
Educação sexual tem sim que ser discutida na escola, da forma mais aberta e pedagógica possível. Inclusive envolvendo as famílias. Mas dai a distribuir camisinhas já é de mais. Do jeito que nossos valores andam deteriorados, daqui a pouco vão querer distribuir pílulas para as meninas e cartilhas em prol do aborto. Precisamos urgentemente resgatar valores morais e cristãos.
 
Fernando Silva em 21/09/2011 05:02:53
Sou a favor de termos ensino integral, já que não podem trabalhar, só podem vender drogas, assaltar e votar.
Muitos saem do ensino médio sem saber a tabuada, para mim tem que ir para a escola de manhã e chegar em casa ao anoitecer, pelo menos assim melhora um pouco índice de adolescentes infratores.
 
wagner moraes em 21/09/2011 03:58:50
da minha parte, já antecipo minha posição, sou totalmente contra, esse tipo de produto, que é da atualidade destrutiva, onde a democracia educacional, acabou com a família brasileira, tiraram através de leis erradas, o patriopoder, colocaram na cabeça de pessoas despreparadas coisas que deveriam estudarem quando no nível superior, ou talvez no final do ensino médio, acelelaram o processo, e agora.
 
PEDRO BRAGA em 21/09/2011 03:11:11
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