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29/07/2014 18:00

PMDB e PP lideram desistências; 23 já renunciaram à disputa neste ano

Ludyney Moura
A ex-vereadora Tereza Name desistiu de concorrer à Assembleia Legislativa pelo PSD. (Foto: Divulgação/Facebook)A ex-vereadora Tereza Name desistiu de concorrer à Assembleia Legislativa pelo PSD. (Foto: Divulgação/Facebook)
O vereador Vanderlei Cabeludo, do PMDB, alegou falta de estrutura para disputar o cargo de deputado estadual. (Foto: Izaias Medeiros/CMCG)O vereador Vanderlei Cabeludo, do PMDB, alegou falta de estrutura para disputar o cargo de deputado estadual. (Foto: Izaias Medeiros/CMCG)

Até esta terça-feira (29) pelo menos 23 sul-mato-grossenses desistiram de concorrer no pleito de 2014. O número representa menos de 4% dos pedidos de registros de candidaturas recebidos pelo TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul), e que foram disponibilizados no Divulgacand (sistema responsável pela divulgação das candidaturas registradas em todo o país), 577 no total.

O PMDB e o PP, que duelaram nas eleições de 2012 na Capital, encabeçam a lista dos que renunciaram, cada um com três nomes, enquanto PT, PSL, PTN, PHS, PSD e PSOL, aparecem com dois representantes. PDT, PSDC, PSC, SD, PTdoB, completam o rol.

Entre os mais famosos da lista estão a ex-vereadora da Capital, e irmã do presidente da Assembleia Legislativa (deputado Jerson Domingos, PMDB), Tereza Name, do PSD, que por “razões de família” desistiu de concorrer ao cargo de deputada estadual, e o atual vereador de Campo Grande, Vanderlei Cabeludo, do PMDB, que renunciou ao mesmo cargo da social-democrata, alegando falta de estrutura para a campanha.

Estão na relação também os ex-vereadores de Campo Grande, Abadio Rezende, hoje no PSL, que desistiu de concorrer à vaga na Câmara Federal, e Clemêncio Ribeiro, atualmente filiado ao PP, que renunciou à candidatura de deputado estadual.

O ex-superintendente do Incra no Estado, Luiz Carlos Bonelli, também abriu mão de disputar uma cadeira na Assembleia. O presidente regional do PSDC, Elizeu Amarilha, que em 2006 disputou as eleições para governador do Estado, renunciou à corrida por uma vaga na Câmara Federal.

De acordo com a Justiça Eleitoral, a renúncia ao registro de candidatura é homologada por decisão judicial e impede que o candidato volte a concorrer para o mesmo cargo na mesma eleição. Após a comunicação da renúncia, o partido ou coligação tem até 10 dias para substituir o candidato.

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