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Campo Grande, Terça-feira, 19 de Março de 2019

13/02/2019 15:56

Por aclamação, Simone Tebet é eleita presidente da CCJ do Senado

Senadora sul-mato-grossense assumiu o cargo por aclamação e tem entre prioridades a instalação de subcomissões para acelerar projetos

Humberto Marques
Simone, entre os senadores Tasso Jereissati e Roberto Rocha (PSDB-MA); senadora foi confirmada no comando da CCJ. (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)Simone, entre os senadores Tasso Jereissati e Roberto Rocha (PSDB-MA); senadora foi confirmada no comando da CCJ. (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)

A senadora Simone Tebet (MDB) foi eleita há pouco presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, considerada o colegiado mais importante do parlamento. A eleição, conforme antecipou o Campo Grande News na noite desta terça-feira (12) ocorreu por aclamação, respeitando-se um acordo firmado entre líderes do Senado. Ela comandará a comissão no biênio 2019/2020, tendo como vice-presidente Jorginho Melo (PR-SC).

A chegada de Simone à CCJ e, por consequência, ao comando da comissão, seguiu um roteiro desenhado já durante a eleição para a Mesa Diretora do Senado, há duas semanas. Candidata à presidência da Casa, ela acabou derrotada no MDB por Renan Calheiros (AL) por 7 votos a 5. Depois de ter antecipado que não apoiaria a candidatura do alagoano, ela foi uma das principais articuladoras de uma frente de oposição, culminando em diversas candidaturas ao comando do parlamento.

Visivelmente sem apoio, e em meio a duas sessões tumultuadas –com direito a fraude na votação, feita em cédulas–, Renan desistiu da disputa, vencida por Davi Alcolumbre (DEM-AP). O democrata comandou articulações com todas as bancadas do Senado, a fim de garantir representação a todas, o que favoreceu Simone. A senadora ainda teve ao seu lado o PSDB, que ficaria com o comando da CCJ. Tasso Jereissati (CE) cedeu o posto em favor da senadora, mas caso o MDB indicasse outro para o cargo, ficaria com o cargo.

Na terça, Simone afirmou que o líder do MDB, Eduardo Braga (AM), já havia aceitado sua indicação para a CCJ em nome do partido. Nos bastidores, entendimentos entre parlamentares para que a sul-mato-grossense presidisse a comissão também tinham sido finalizados, ocorrendo a aprovação em plenário nesta quarta.

No comando da comissão, formada por 27 parlamentares, a senadora sul-mato-grossense afirmou ter entre suas prioridades a constituição de subcomissões para analisar projetos prioritários para o governo do presidente Jair Bolsonaro –caso da reforma da Previdência e do projeto de Lei Anticrime elaborado pelo ministro Sergio Moro. A intenção com as propostas é acelerar a tramitação das propostas.



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