PT aposta em união da esquerda e traz presidente nacional para alinhar eleição
Vander diz que federação “está unificada” e cita possível ida de Marquinhos Trad ao PV como reforço nas chapas
O PT aposta na união do campo de esquerda em Mato Grosso do Sul e traz a Campo Grande, no próximo dia 11, o presidente nacional da sigla, Edinho Silva, para alinhar a estratégia eleitoral no Estado. A agenda prevê uma reunião ampliada com a militância, com indicativo de realização na Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação).
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A informação foi confirmada ao Campo Grande News pelo deputado federal Vander Loubet, que trata o encontro como momento de consolidação das alianças. “Ele vem para discutir a estratégia da campanha. E aí a gente praticamente oficializa com ele a chapa majoritária”, afirmou.
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Segundo o parlamentar, a articulação envolve a pré-candidatura de Fábio Trad ao governo, em composição com a senadora Soraya Thronicke dentro da federação. “A gente reforçou a chapa majoritária, nós temos uma candidatura extremamente competitiva”, disse.
Vander também aposta no desempenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva como fator decisivo no Estado. “O Lula teve, em 2022, quase 39,8%. Eu acho que agora faz entre 43% e 45% já no primeiro turno”, projetou, ao defender que a polarização nacional tende a favorecer o campo aliado.
No cenário proporcional, ele avalia que a reorganização partidária pode ampliar o número de eleitos. “Ficaram muito poucas chapas. Como esse campo nosso está unificado em torno da candidatura do Lula, isso é bom para nós”, afirmou.
Entre os movimentos em andamento, Vander citou a possível mudança de partido do vereador Marcos Trad, que deve deixar o PDT para se filiar ao PV e concorrer a deputado federal. “O Marquinhos vai para o PV mesmo. Com isso, acho que a gente garante dois nomes. A gente faz dois tranquilo, com ele e com a Camila [Jara] como puxadores”, declarou.
Questionado sobre eventual risco de perda de mandato no caso da troca de partido fora da janela, o vereador reconheceu a possibilidade, mas disse que a situação será analisada juridicamente. “Risco tem, porque você não tem a janela. Agora, tem que ver se tem o direito. Isso quem decide é o Poder”, afirmou ao Campo Grande News.
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