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Campo Grande, Quarta-feira, 25 de Abril de 2018

02/01/2017 12:21

Redução na estrutura vai trazer economia de R$ 8 milhões, diz prefeito

Marquinhos Trad começa gestão com corte de comissionados e secretarias para equilibrar contas

Mayara Bueno
Marquinhos Trad (PSD), no centro, na primeira reunião como prefeito. À esquerda, Pedro Pedrossian Neto (Finanças) e Rudi Fiorese (Obras). (Foto: Fernando Antunes)Marquinhos Trad (PSD), no centro, na primeira reunião como prefeito. À esquerda, Pedro Pedrossian Neto (Finanças) e Rudi Fiorese (Obras). (Foto: Fernando Antunes)

A nova estrutura administrativa na Prefeitura de Campo Grande possibilitará economia de R$ 5 milhões a R$ 8 milhões mensais aos cofres públicos, garante o novo chefe do Executivo Municipal, Marquinhos Trad (PSD), que, nesta segunda-feira (2), deu início de fato à sua gestão no Paço Municipal.

A economia, no entanto, não será imediata, afirma, pois ainda haverá gastos com as rescisões dos exonerados. “Será uma redução de R$ 5 a R$ 8 milhões”. Para dar início à reestruturação, o prefeito aguarda apenas a publicação da lei, aprovada ontem pela Câmara, no Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande).

Na proposta, está contemplada a redução de secretarias municipais e 30% dos cargos comissionados, uma tentativa de conter gastos para equilibrar as contas públicas.

A lei também reduz de 13 para 11 o número de secretarias, além de diminuir de 10 para 8 as fundações, agências e institutos. Foram mantidas as secretarias de Gestão (antiga Administração), Educação, Saúde, Assistência Social, Segurança e Defesa Social, Governo e Relações Institucionais, Infraestrutura, Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia, Meio Ambiente e Gestão Urbana, além da criação da Secretaria de Cultura e Turismo e da Controladoria Geral de Transparência Pública.

Reforma - Algumas secretarias terão alterações nas suas ações, como a de Meio Ambiente e Gestão Urbana. A parte de planejamento das questões ambientais ficará com a Planurb, enquanto que na Secretaria de Meio Ambiente irá funcionar a fiscalização e a execução dos projetos, antecipou. Já a pasta de Segurança, ganhou a nomenclatura de Defesa Social.

No organograma se mantém a Funesp (Fundação Municipal de Esporte), a Funsat (Fundação Municipal do Trabalho), assim como a Emha (Agência Municipal de Habitação), Agência Municipal do Meio Ambiente e Planejamento Urbano, Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), IMTI (Instituto Municipal de Tecnologia da Informação e Inovação), Agereg (Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos) e Agência Municipal de Previdência Social.

 



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