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Política

Senado começa a análise do impeachment de Dilma Rousseff

Se o processo for aprovado, a presidente será afastada por 180 dias

Por Mayara Bueno | 11/05/2016 09:40
Plenário do Senado. (Foto: Agência Brasil)
Plenário do Senado. (Foto: Agência Brasil)

Os senadores começaram há pouco a análise do impeachment de Dilma Rousseff (PT). Nesta quarta-feira (11), o parlamento decide o futuro da presidente e a probabilidade é que ela seja mesmo afastada. Agora, alguns senadores fazem “questão de ordem” à fala do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). A sessão de votação começou com uma hora de atraso.

Os comentários são desde defesa à presidente e crítica ao PT. No início da sessão, Renan confirmou que a sessão de hoje terá intervalo das 12 horas às 13 horas e das 18 horas às 19 horas de Brasília.

Simone Tebet e Waldemir Moka, ambos do PMDB de Mato Grosso do Sul, são a favor do impeachment e vão discursar na tribuna, logo nas primeiras horas da tarde. Simone é da 15ª, enquanto Moka a 27º a defender a aprovação. A votação de hoje precisa da maioria simples, ou seja, a metade mais um. Ao todo, são 81 parlamentares. A expectativa é de que ao menos 50 senadores votem sim.

Se aprovado hoje, Dilma será afastada por até 180 dias e o vice-presidente Michel Temer (PMDB) assume, quando começa a contar o prazo da apuração do processo em sim, com o recolhimento de provas e defesa da presidente. No fim deste prazo, uma nova votação ocorre; se ficar comprovado que Dilma cometeu irregularidades, ela deixa o cargo definitivamente, se ela for inocentada, volta para a presidência.