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Campo Grande, Terça-feira, 22 de Agosto de 2017

04/09/2015 09:12

Sócia de Amorim alega "gravidez de risco" e não depõe sobre escândalo

Edivaldo Bitencourt e Filipe Prado
Marcos Alex anunciou que depoimentos serão remarcados (Foto: Fernando Antunes)Marcos Alex anunciou que depoimentos serão remarcados (Foto: Fernando Antunes)

Sócia do empresário João Amorim e investigada na Operação Lama Asfáltica pela Polícia Federal, Elza Cristina Araújo dos Santos Amaral alegou “gravidez de risco” e não compareceu para prestar depoimento, na manhã desta sexta-feira (4), no Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado). Ela é a terceira pessoa a desmarcar o depoimento nesta semana na investigação da Operação Coffee Break, que apura a compra de votos para aprovar a cassação do mandato do prefeito Alcides Bernal (PP) em março do ano passado.

Conforme o promotor Marcos Alex Vera de Carvalho, Elza Cristina enviou um atestado médico em que é recomendado repouso. O depoimento estava previsto para as 9h de hoje. No entanto, ele destacou que ela deve ser ouvida na próxima semana e não só após a gravidez.

Os depoimentos do ex-governador André Puccinelli (PMDB) e de um empresário de comunicação, que estavam previstos para ontem, também serão agendados para a próxima semana. Puccinelli e Elza vão prestar depoimento na condição de testemunha. O ex-governador é citado em várias conversas para articular a cassação de Bernal. O empresário de comunicação é investigado no caso.

Nesta semana, o Gaeco ouviu o deputado estadual Cabo Almi (PT), os vereadores Ayrton Araújo (PT) e Vanderlei Cabeludo (PMDB), o secretário municipal de Governo, Paulo Pedra, e o ex-secretário municipal de Planejamento, Finanças e Controle, Wanderley Ben Hur.

Segundo o promotor, antes de marcar a oitiva do prefeito afastado, Gilmar Olarte (PP), o Gaeco vai ouvir mais 10 pessoas. Duas estão com os depoimentos marcados para quarta-feira. Ele adiantou que os dois não são políticos e um fez parte da CPI do Calote e da Comissão Processante.

O escândalo – Elza Cristina era secretária e passou para a condição de sócia de João Amorim. De acordo com a Operação Lama Asfáltica, da Polícia Federal, ela era a responsável pelo pagamento de propinas na organização montada pelo dono da Proteco. O grupo utilizava a palavra “cafezinho” para avisar quando pagaria propina a políticos e empresários investigados.

Além de fraudar licitações e superfaturar obras públicas, a organização teria articulado a cassação de Bernal.




Nossa cidade esta passando por uma limpeza maravilhosa, o Gaeco representado pela pessoa do promotor Marcos Alex Vera de Carvalho, vem realizando um excelente trabalho no combate ao crime organizado, digo que hoje tenho orgulho de viver em uma cidade que antes dominada por quadrilha de " Seres Mal Intencionados " vem sofrendo grandes baixas de criminalidade. Pessoas que antes tomavam " CAFEZINHOS " com dinheiro publico estão prestes a partilhar um maravilhoso "Bandeijão" na CADEIA, isso é uma maravilha, não tem preço! Acredito que esse trabalho do Gaeco vai servir para que a próxima geração de "novos políticos" pensem no que vão fazer, pois o Povo ta acordado e a policia não esta dormindo no ponto, a justiça esta sendo feita, e muito bem feita.
 
HPB em 04/09/2015 12:09:56
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