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Campo Grande, Segunda-feira, 21 de Agosto de 2017

30/01/2014 17:41

TJ diz que “laje e subsolo” justificam os R$ 38 milhões pagos pelo shopping

Josemil Arruda
Tribunal diz que preço pago foi por 13,2 mil m2 de área construída (Foto: Cleber Gellio)Tribunal diz que preço pago foi por 13,2 mil m2 de área construída (Foto: Cleber Gellio)

O Tribunal de Justiça do Estado (TJMS) garantiu, através de nota enviada ao Campo Grande News, que o preço pago pelo prédio do Shopping 26 de Agosto não está com valor acima do mercado. Afirmou que os R$ 38 milhões equivalem não apenas à área do térreo, com 4.465 metros quadrados, mas também ao subsolo, utilizado como estacionamento, e a uma laje, que poderia servir no futuro para possíveis novos pavimentos.

“A área de 4.465m2 que consta no Decreto do Estado é do terreno do Shopping. Para a avaliação do valor do imóvel pelos peritos, a qual foi realizada por peritos particulares, peritos da Secretaria de Obras do Governo do Estado e peritos indicados pelo CREA-MS, a área do empreendimento é de 13.272,77m2, pois o terreno conta com a área construída de sub-solo, térreo e primeiro pavimento (mais uma laje preparada para possíveis novos pavimentos)”, diz o TJMS na nota.

Considerando o térreo do prédio do Shopping 26 de Agosto, que já está na posse do Tribunal de Justiça, com área de R$ 4.465 m2, o metro quadrado encontrado por corretores de imóveis consultados pelo Campo Grande News foi de R$ 3.836,00, o que daria um total de R$ 17,12 milhões. Já o Judiciário pagou R$ 8.705,48 por m2, o que totaliza os R$ 38,87 milhões.

Quanto a valor preciso que será gasto para a adaptação do local para as instalações do Judiciário, a assessoria do Tribunal informou que “só serão possíveis após a realização dos projetos”. Já há, porém, operários trabalhando no prédio, desmontado as divisórias das lojas e fazendo outros serviços.

Questionado se não havia uma alternativa mais econômica para o Tribunal de Justiça, a nota declara que foi feita a escolha mais viável. “Após a avaliação de possíveis alternativas, não foi apresentada solução mais econômica para o Tribunal”, informou.

Indagado sobre a responsabilidade pela compra do prédio, se houve consulta a todos os desembargadores, o Tribunal de Justiça respondeu, através da nota, que: “A decisão sobre as compras do Poder Judiciário são de competência da Presidência do Tribunal”. O presidente do TJMS é o desembargador Joenildo de Souza Chaves.

 

 




Acho que a área do Patio Central seria melhor. Ou talvez alguma área que o empresário Marcos José de Brito tenha. Com certeza essas seriam as opções que trariam menos dor de cabeça para o Presidente do TJMS.
 
Giuliano Barbalho em 30/01/2014 18:40:36
hahaha... Se o Des. Joenildo fosse o perito, isso seria comprado por 10.000 reais. Acho que tem alguma língua gorda e corrupta por trás disso... Segundo o que ta escrito aí, deu 2.923 o m2 construído no centro da cidade, com benfeitorias.
É fácil resolver isso: só pegar uma fita métrica e ver quem ta certo.
 
Mario Lucio em 30/01/2014 18:34:07
Acho engraçado que nunca vi nada de bom do TJMS ser publicado... Trata-se de uma obra de grande expressão pra justiça do Estado e paga a preço de terreno na moreninha. Qual perícia que erraria a quantidade de m2 construído existe? Qual perito esta certo? o que foi la e vistoriou o local ou o que somente viu o decreto e a área ali descrita?
 
Luci Maranhão em 30/01/2014 18:24:40
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