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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

22/09/2011 18:34

Leilões da Feapan somam mais de R$ 1,1 milhão em negócios

Edmir Conceição

Os três leilões de bovinos e eqüinos realizados durante a edição 2011 da Feapan (Feira Agropecuária e Industrial do Pantanal), encerrada ontem à noite no Parque de Exposição Belmiro Maciel de Barros, confirmaram mais uma vez a força do agronegócio pantaneiro. O movimento de negócios somou R$ 1.192.775,00.

“Está evidenciado, mais uma vez, a potencialidade do nosso gado pantaneiro, com uma das mais altas taxas de sanidade e melhoramento genético”, afirmou o presidente do Sindicato Rural de Corumbá, Raphael Domingos Kassar.

O maior volume de negócios foi efetivado no 7º Leilão Fazenda Esperança, do pecuarista Mercy Roberto Vilela, com a participação de vários criadores, entres os quais a Embrapa Pantanal, Alfredo Zamltuti Junior e Dácio Queiróz Silva. Foram comercializados 220 touros nelore padrão e mocho.

Segundo balanço apresentado pelo Leiloboi, o leilão rendeu R$ 833,4 mil, com pagamentos em até 24 vezes. O maior comprador foi a Agropecuária Pedra do Sol, que adquiriu 102 animais ao preço total de R$ 363,8 mil. O destaque foi a venda do lote 60 (dois animais), comprado por Antar Mohamed por R$ 5.760,00.

Cavalo Pantaneiro - Também o leilão do cavalo pantaneiro, em sua 16º edição, superou as expectativas, com vendas recordes, como a da tordilha Vaidosa da Rancharia, do Condomínio Abílio Leite de Barros, vendida por R$ 39.600,00. O comprador foi Joaquim Garcia Proença, da Fazenda Pimpolho (Poconé, MT).

A comercialização de cavalos pantaneiros somou R$ 221.040,00, com médias de R$ 15.253,33 (fêmeas) e R$ 9.306,67 (machos). O maior volume de compras foi de Joaquim Proença (R$ 78.480,00), que é o atual presidente da ABCP (Associação Brasileira do Cavalo Pantaneiro).

Foram vendidos 171 animais no leilão de gado de corte, com preços acima de mercado, somando R$ 138.295,00. Um lote de vacas boiadeiras saiu a R$ 1.040,00 por animal. O preço médio dos bezerros foi de R$ 600. “Faltou produto para comercializar”, informou Luciano Leite, secretário do Sindicato Rural de Corumbá.



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