A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Quinta-feira, 21 de Junho de 2018

09/11/2016 11:24

Tempo mal administrado: o vilão do empreendedor

Por Bruno Magalhães (*)

Se o empreendedor tiver a sensação de sempre estar apagando incêndios, cuidado: corre o risco de não estar administrando bem o tempo. Este é o momento que perdemos o norte do que é crucial no nosso negócio e acabamos gastando tempo e energia em questões secundárias.

Minha dica é: planeje seu dia, mas esteja atento a alterar esse planejamento quando for necessário. Se dentro da sua estratégia, aparecerem assuntos com maior prioridade, tenha agilidade e jogo de cintura para readequar sua programação.

A melhor maneira de se criar mais tempo é treinar e capacitar sua equipe para que você tenha “braços” que executem funções que você faria pessoalmente. Deixe sempre transparente para eles quais são as diretrizes da empresa. Se todos souberem qual rumo tomar, saberão escolher entre uma decisão correta ou equivocada sem precisar te interromper a todo o momento.

Com tempo, é possível dividir suas tarefas entre estratégia e execução. A estratégia dá direção ao seu negócio. Assim você saberá aonde a companhia quer chegar e como quer ser reconhecido pelo mercado. A execução é de que forma você chegará lá e atingirá as metas que foram definidas. Quem vai fazer o que, como, utilizando quais ferramentas?

É preciso saber que vamos gastar mais tempo, em geral, executando e corrigindo rotas do que planejando. E de tempos em tempos precisamos rever se a estratégia e a execução estão adequadas. Algumas pessoas gostam de rotina, outras preferem se deixar levar. O importante, em ambos os casos, é fazer com que se tenha tempo para executar ambas as tarefas.

Ter o próprio negócio requer tempo atrás do balcão, saber lidar com as pessoas, com fluxo de caixa, com preocupação, com o cliente, com estoque... Todas as tarefas devem ser divididas de acordo com a aptidão de cada pessoa. Quem não gosta de lidar com gente, não pode cuidar da área de atendimento ao cliente, por exemplo.

Todas as tarefas relativas a um negócio devem ser bem divididas e definidas. Empresas de uma pessoa só tendem a ser extremamente limitadas e com pouco espaço para crescer. Pode-se sim ter um bom negócio de uma pessoa só, mas fatalmente será pequeno.

Entretanto, quando montamos, treinamos e gerenciamos equipes e lideranças, temos a possibilidade de expandirmos nosso negócio, pois formamos pessoas aptas a desempenharem bem diversos papéis.

Descomplique processos, simplifique as necessidades dos seus clientes. Nos preocupamos tanto em oferecer produtos e serviços complementares achando que eles agregarão valores ao nosso negócio que não notamos que o cliente prefere ter um produto básico, porém entregue com excelência.

(*) Bruno Magalhães é graduado em relações internacionais e com pós-graduação em administração de empresas. 

Servidor público da Previdência Social
Os servidores da Previdência Social, em especial aqueles que trabalham no INSS, estão totalmente sem norte, em virtude das mudanças políticas promovi...
A receita da sorte
Somos seres dependentes da repetição. Desde nossos processos biológicos à necessidade de se estipular uma rotina mínima para que a civilização funcio...
Condução coercitiva e os aspectos jurídicos
Em que pese tratar-se de temática absorta pela legislação processual penal desde a década de 40 (especificamente 1942, quando da entrada em vigor do ...
A carne mais barata do mercado é a carne negra
Os números apresentados pelo Atlas da Violência de 2018 mostram a agudização nas tendências do perfil de assassinatos cometidos no Brasil: a vítima é...


imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions