A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Terça-feira, 22 de Outubro de 2019

24/08/2016 14:35

Trezentos artigos: alegria, descobrimento, decepções

Por Heitor Freire (*)

Com a publicação deste artigo, atinjo a marca de trezentos textos publicados. Foi um grande aprendizado, eu não sabia que podia escrever tanto e de forma clara e objetiva. Foi um novo talento que acabei descobrindo e que tem me dado muita alegria e ampliado significativamente o meu relacionamento pessoal.

Desde o primeiro, “Da Incontinência Verbal”, até hoje são passados mais de seis anos. Praticamente um artigo por semana. Ao longo desse período passei por diversas situações: de alegria, de descobrimento, de decepções – quando me vi censurado por escrever sobre um tema que desagradou ao executivo municipal, que tinha a cobertura do jornal onde publicava inicialmente meus artigos.

Desse episódio aprendi que uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa: Ser defensor e guardião da liberdade de expressão, como tal veículo se proclama, é muito relativo quando os interesses do governo que o patrocina se chocam com a realidade. Mudei de jornal.

Enfim, são os ossos do ofício. Aprendendo e continuando. Escrevi sobre os mais variados assuntos: história e estórias de Campo Grande (com 43 artigos), filosofia, comportamento, e elegi como tema constante a mulher.

Me detive no assunto e aprofundei a questão por que a mulher é indispensável e falei de sua importância fundamental na história da humanidade, vislumbrando e confirmando que sem mulher não tem jeito, não tem vida, tanto que dediquei a ela quinze artigos.

Sobre personalidades, publiquei 27 textos, entre outros: “Quero um livro simples” (Lúdio Coelho), “E o passarinho voou...” (Manoel de Barros), “Os Anéis do professor Fagundes” (Lourival Martins Fagundes), “Uma mulher sinuelo” (Vera Tylde de Castro Pinto), “Borba, meu padrinho” (José Camargo Borba), “Eliseu, a força do exemplo” (Eliseu Casimiro) “Volta Valdir, volta” e “Gracias, Valdir” (Valdir Gomes), “O tesouro do mestre Gabriel “(José Gabriel da Costa).

Temas bíblicos, foram onze: “O Deus Bíblico”, “Mulheres Bíblicas” (uma série de sete artigos temáticos), “Do celibato clerical”, “Do pecado original” e “Deus está presente”.

Temas filosóficos, catorze: “As sete verdades do bambu”, “Da dignidade humana”, “Pelo amor ou pela dor”, “Tratado de bem viver I, II e III”, “O nó górdio”, “Da lógica formal e simbólica”, “Sístole e diástole”, “Da perfeição”, “Da integridade”, “Da Honestidade”, “Como acreditar”, “Qual a melhor religião”.

Escrever foi uma janela que se abriu na minha vida e que me ensinou muita coisa: artigos com títulos em latim foram seis: “Suum Cuíque Tribuere”, “Sapere Aude”, “Quo Usque Tandem ...?”, “Nosce Te Ipsum”, “Ab Imo Pectore”, “Veni, Vidi, Vici”. Com títulos estrangeiros, foram três: “Noblesse Obligue”, “Honny Soit Qui Mal y Pense” e “La Donna è Móbile”.


Temas sobre aves: “O canto do sabiá”, “E o colibri brilhou”, “O colibri”, “Araras, tucanos e corujas”, “Bem­te­ouvi, bem­te­vi”, “Sabiá­laranjeira: 5 de outubro”.

Esta relação é uma amostra aleatória de parte do trabalho desenvolvido, sem pretensão de serem os mais destacados, porque todos os artigos foram escritos como se fossem obras­primas, todos com o mesmo entusiasmo. O pai não tem preferência por este ou por aquele filho: todos são filhos.

Foram até hoje trezentos artigos. Quem quiser conhecer os trezentos, basta acessar o meu site: www.heitorfreire.com.br Agradeço a Deus pela oportunidade e pelo trabalho realizado. Que, naturalmente, vai continuar.

(*) Heitor Freire é corretor de imóveis e advogado.

Um olho no peixe, outro no gato
O agro brasileiro poderia ser bem mais assertivo em sua comunicação com os mercados, aqui e no exterior. Falar mais das coisas boas que faz, seguindo...
Como transformar a nossa relação com a natureza?
Falar em meio ambiente não é algo abstrato. Se traduz no ar puro que respiramos, na água que bebemos e na fauna e flora que nos cercam. Somos depende...
Sem comunicação não há evolução
Os líderes do agronegócio hoje concordam que precisamos dialogar muito mais com a sociedade urbana, pois sem isso não teremos aderência nas necessida...
A Ciência e o desenvolvimento: o óbvio que deve ser lembrado
Um país só se desenvolve se tiver ciência sólida que se transforme em tecnologia empregada pelo setor produtivo. Isso tem sido sobejamente demonstrad...
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions