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Campo Grande, Quarta-feira, 16 de Outubro de 2019

27/09/2019 15:12

Associação critica prisões de PMs em operação contra corrupção

Seis suspeitos foram presos por mandado de prisão preventiva e um sétimo em flagrante em posse de arma sem registro

Gabriel Neris
Operação foi deflagrada na manhã de quinta-feira (Foto: Henrique Kawaminami/Arquivo)Operação foi deflagrada na manhã de quinta-feira (Foto: Henrique Kawaminami/Arquivo)

O cabo Mario Sérgio Couto, presidente da ACS (Associação e Centro Social dos Policiais Militares e Bombeiros de Mato Grosso do Sul), criticou a ação que culminou em sete prisões durante a operação Ave Maria em Campo Grande e também em Sidrolândia, a 71 km da Capital.

Entre os presos estavam dois cabos e também um sargento. Eles são suspeitos de facilitar a passagem de carretas de cigarros, agrotóxicos e produtos contrabandeados no município do interior. A investigação e operação foram conduzidas pela Corregedoria da PM.

“Eles foram presos em consequência da Legislação, que dá abertura para que o policial seja preso, recolhido para o Presídio Militar e, posteriormente, apresente provas ou sua inocência. Ao meu ver [a ação] é ilegal, na verdade não tem nada palpável, fundamento, de que eles sejam envolvidos ou culpados, mas em virtude da Legislação têm que se submeter a isso”, declarou.

Durante a operação foram cumpridos seis mandados de prisão preventiva e sete de busca e apreensão, que resultaram na prisão do sétimo militar, um sargento flagrado com arma sem registro.

Foram apreendidos arma de pressão, munições, notebooks, HDs, caixas com documentos, malas e até um pneu de motocicleta, provavelmente desviado em barreira policial. Nas buscas foram localizados ainda R$ 4,5 mil em notas pequenas com um dos policiais. Ele afirmou que o dinheiro pertencia à mulher, proprietária de duas lanchonetes em Sidrolândia.

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