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Cidades

Com 450 pacientes internados, taxa de contágio volta a crescer no Estado

Boletim aponta média móvel de 870 infectados e seis mortes por dia em Mato Grosso do Sul

Por Guilherme Correia | 30/11/2020 11:32
Profissional de saúde em unidade básica de saúde na Capital (Foto: Marcos Maluf/arquivo)
Profissional de saúde em unidade básica de saúde na Capital (Foto: Marcos Maluf/arquivo)

Boletim epidemiológico traz 698 novos infectados pela covid-19 e três vítimas, registradas nas últimas 24 horas. Com isso, Mato Grosso do Sul chega a 99.061 casos confirmados e 1.769 óbitos desde o início da pandemia.

O novo coronavírus fez novas vítimas em Campo Grande, Miranda e Dourados, que tinham entre 40 e 81 anos. Além disso, a taxa de contágio - índice que mede se a "curva" da pandemia tende a crescer ou diminuir - está em 1.03, número superior ao que vinha sendo apresentado, e que indica que haverão mais pessoas contraindo a doença.

Mesmo que a média móvel de mortes, atualmente ajustada em seis óbitos por dia, esteja menor em comparação ao pico da doença no Estado, quando já atingiu mais de 14, o índice mais preocupante é a quantidade de pacientes internados - são 450 pessoas em leitos clínicos e de terapia intensiva.

Ao apresentar os dados consolidados, durante transmissão, o titular da SES (Secretaria Estadual de Saúde), Geraldo Resende, frisou que houve redução na quantidade de infectados há duas semanas atrás e que agora é momento de reforçar medidas restritivas nas cidades para conter a pandemia. "Contra números não há argumentos. Contestar esses números é jogar a favor do nosso inimigo", ressaltou.

Mesmo que de ontem para hoje houve pequeno decréscimo de internados, em Mato Grosso do Sul, ele menciona que em em 11 de novembro havia pouco mais de 260 pacientes internados em leitos clínicos e de terapia intensiva nas unidades hospitalares do Estado. Nesta segunda-feira (30), com os 450 pacientes internados com complicações da covid-19, esse número teve um aumento expressivo.

O secretário de Gestão Estratégica, Eduardo Riedel, também fez apelo à importância das medidas de biossegurança contra o coronavírus: "É muito importante não aglomerar de maneira desnecessária, vamos pensar no coletivo, proteger o sistema de saúde, algumas unidades já registram 100% de ocupação".

Temos assistido expressivo aumento no número de contaminados e óbitos no atual momento em que todo mundo achava que estávamos caminhando para o final da pandemia", frisou Riedel.

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