ACOMPANHE-NOS     Campo Grande News no Facebook Campo Grande News no Twitter Campo Grande News no Instagram
JULHO, SEGUNDA  15    CAMPO GRANDE 19º

Cidades

Contra flexibilização no Dia dos Namorados, prefeitos voltam a cobrar ação dura

Associação dos bares e restaurantes querem que governo reduza toque de recolher entre os dias 9 a 13 de junho

Lucia Morel | 08/06/2021 18:31
Movimentação na Rua 14 de Julho em Campo Grande. (Foto: Henrique Kawaminami)
Movimentação na Rua 14 de Julho em Campo Grande. (Foto: Henrique Kawaminami)

Pela segunda vez nas últimas semanas, a Assomasul (Associação de Municípios de Mato Grosso do Sul) entregou documento pedindo padronização das medidas contra a covid-19 pelo Governo do Estado.

Os prefeitos temem que alguma flexibilização ocorra por conta do Dia dos Namorados, já que o comércio também repassou ao Estado pedido de novas medidas, só que menos duras, como toque de recolher reduzido entre 9 a 13 de junho, independente da bandeira de cada município. Para Campo Grande, por exemplo, a Abrasel (Associação de Bares e Restaurantes), defende toque de recolher após 23 horas, apesar da bandeira vermelha atual estabelecer 21h.

A Assomasul pede que as medidas orientadas pelo Prosseguir (Programa de Saúde e Segurança na Economia) sejam cumpridas à risca, apesar do apelo da data comemorativa.

A associação quer ainda, como medida universal em MS, a proibição de consumo de bebidas alcoólicas em locais públicos ou estabelecimentos comerciais, sendo permitida apenas a retirada ou entrega desses itens, mas só até o início do toque de recolher.

Dois outros pedidos dos municípios ao Governo do Estado são a redução de 50% para 40% da capacidade o número de pessoas em eventos, desde que seguidas as demais regras de biossegurança. Por fim, solicita novamente o aumento de efetivo da Polícia Militar para coibir aglomerações.

Na semana passada, para o feriado prolongado, documento semelhante foi encaminhado ao governador Reinaldo Azambuja (PSDB) que lembrou que os municípios, por si, podem adotar medidas mais restritivas que julgarem necessárias, sem que o Estado padronize essas ações.

A Assomasul alega que decisões isoladas em cada município não garantem o combate efetivo em todo Mato Grosso do Sul, já que um prefeito pode ser mais duro e outro bem mais flexível, e o trânsito de moradores de uma cidade para outra é liberado.

Nos siga no Google Notícias