Governo investe R$ 6,1 milhões para reformar poço e trocar elevadores do HRMS
Contrato prevê modernização de cinco equipamentos e obras estruturais com prazo de execução de 18 meses

O Governo de Mato Grosso do Sul vai investir R$ 6,176 milhões para realizar a reforma do poço e a substituição de cinco elevadores do HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul), em Campo Grande.
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O Governo de Mato Grosso do Sul vai investir R$ 6,176 milhões na reforma do poço e na substituição de cinco elevadores do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande. O contrato, firmado pela Agesul com a Poligonal Engenharia, prevê dois elevadores sociais e três para pacientes em maca, com prazo de 18 meses para execução. O hospital está em transição para gestão mista com a iniciativa privada, mas seguirá atendendo pelo SUS.
O processo licitatório começou em setembro do ano passado e, nesta terça-feira (16), foi publicado o extrato do contrato firmado entre a Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) e a empresa vencedora do certame, a Poligonal Engenharia e Construções Ltda.
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Entre as ações previstas no contrato está a substituição de cinco elevadores da instituição, sendo dois sociais e três destinados ao transporte de pacientes em maca, conforme o detalhamento do edital. O contrato entra em vigor a partir da publicação.
A empresa terá 18 meses para executar as obras e realizar a substituição dos equipamentos, contados a partir do recebimento da ordem de serviço.
Gestão mista
O HRMS entrou em 11 de maio deste ano em transição para a gestão mista entre o Estado e a iniciativa privada, com a assinatura do contrato da PPP (Parceria Público-Privada) com a Inova Saúde MS. A empresa vai coordenar os serviços enquadrados como "bata cinza", além de fazer a reforma da estrutura atual e construir dois novos blocos onde serão instalados 577 novos leitos.
A "bata cinza" se refere ao que não é relacionado à assistência médica direta aos pacientes. Já a "bata branca" inclui a gestão de pessoas e dos atendimentos e seguirá nas mãos do poder público. A gestão será dividida até 2030, mas o hospital continuará prestando atendimento exclusivamente pelo SUS (Sistema Único de Saúde) à população.

