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Cidades

Hospital Evangélico de Dourados ganha mais 10 leitos de UTI covid do Estado

Além do aumento na oferta de serviço de alta complexidade, unidade também recebeu outros 5 leitos clínicos

Por Gabriela Couto | 17/01/2022 11:48
Dois novos leitos hospitalares vazios. (Foto: Saul Schramm)
Dois novos leitos hospitalares vazios. (Foto: Saul Schramm)

Foi ampliado a cobertura de leitos disponíveis para os sul-mato-grossenses nesta segunda-feira (17). O governo do Estado, por meio da SES (Secretaria de Estado de Saúde), abriu mais dez leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) para covid-19 e outros cinco leitos clínicos no Hospital Evangélico de Dourados.

A medida atende a necessidade de suprir a demanda diante do novo cenário da pandemia. A previsão é que até o final de janeiro, mais 30 leitos de UTI e 40 leitos clínicos devam ser reativados em Ponta Porã, Amambai e em Campo Grande.

“Nós estamos acompanhando a evolução da doença em Mato Grosso do Sul e estamos fazendo essas tratativas para ampliar esses leitos. Com a abertura de 10 leitos de UTI Covid e mais cinco leitos clínicos, vamos reforçar o sistema de saúde de Dourados e auxiliar no atendimento de quem mais precisa que é a nossa população. Todos esses leitos contam com recursos próprios do Estado”, pontua o secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende.

Ele explica que os novos leitos fazem parte da estratégia do governo estadual de não colapsar a saúde pública com o aumento expressivo de pessoas contaminadas e que podem precisar de atendimento de alta complexidade.

A divisão dos 30 leitos que serão reabertos nas próximas semanas será da seguinte forma: 10 leitos de UTI em Ponta Porã e 10 leitos de UTI em Amambai. Em Campo Grande, no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, referência no tratamento da covid-19, a previsão é que sejam remanejados 10 leitos de UTI Covid existentes e mais 40 leitos clínicos.

Com a circulação viral da covid-19, a SES espera contar com o apoio de toda a população para seguir as medidas de biossegurança, como fazer o uso de máscaras, higienização das mãos com água e sabão ou com álcool, além de auxiliar no combate às aglomerações por meio do distanciamento físico. "A vacinação é o melhor remédio para combater essa pandemia", conclui Resende.

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