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Campo Grande, Segunda-feira, 19 de Agosto de 2019

30/04/2019 16:55

MS têm 38 municípios em alerta para surto de dengue, zika e chikungunya

Levantamento divulgado hoje pelo Ministério da Saúde coloca 48% dos municípios na linha amarela, entre elas, Campo Grande; na classificação vermelha (risco), estão cinco cidades

Silvia Frias
Aedes Aegypti, mosquito que transmite dengue, zika e chikungunya. (Foto: Genilton Vieira/Fiocruz Imagens)Aedes Aegypti, mosquito que transmite dengue, zika e chikungunya. (Foto: Genilton Vieira/Fiocruz Imagens)

Dos 79 municípios de Mato Grosso do Sul, 38 foram listados em alerta para surto de dengue, zika e chikungunya. Outros cinco já foram classificados com risco alto, conforme o primeiro Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) de 2019 divulgado hoje pelo Ministério da Saúde.

Campo Grande está inserido na faixa em alerta, juntamente com outras 15 capitais. Pelo último boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde, a Capital tem seis mortes confirmadas por dengue. No Estado, são 26 mil notificações.

Em Mato Grosso do Sul, foram considerados na linha de alerta vermelho os municípios de Antônio João, Cassilândia, Jaraguari, Paranaíba e Terenos. Na linha verde (satisfatório), constam 36 municípios.

Na análise geral, destacam-se Tocantins (799,2 casos/100 mil hab.), Mato Grosso do Sul (697,9 casos/100 mil hab.), Goiás (630,8 casos/100 mil hab.), Minas Gerais (585,3 casos/ 100 mil hab.) e Acre (514,6 casos/100 mil hab.)

Em todo o Brasil, 994 municípios (20% do total realizado) apresentaram alto índice de infestação, com risco de surto para as doenças dengue, zika e chikungunya.

Ao todo, 5.214 municípios realizaram algum tipo de monitoramento do mosquito transmissor dessas doenças, sendo 4.958 (95,1%) por levantamento de infestação (LIRAa/LIA). Os dados foram coletados no período de janeiro a março deste ano.

“O resultado do LIRAa confirma o aumento da incidência de casos de dengue em todo o país que subiu 339,9% em relação ao mesmo período do ano passado”, afirma o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson Kleber. Segundo ele, o resultado mostra que é preciso fortalecer ainda mais as ações de combate ao mosquito.

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