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Campo Grande, Segunda-feira, 09 de Dezembro de 2019

17/10/2019 10:44

PM que matou mulher e corretor sofre com alucinações, alega advogado

Policial passará neste quinta-feira por exame psiquiátrico; médico foi contratado pela família

Anahi Zurutuza e Clayton Neves
Regianni foi morta enquanto descansava no sofá da casa dos sogros (Foto: Reprodução)Regianni foi morta enquanto descansava no sofá da casa dos sogros (Foto: Reprodução)

O policial militar ambiental Lúcio Roberto Queiroz da Silva, 36 anos, que matou a esposa Regianni Araújo depois de assassinar o corretor de imóveis Fernando Enrique Freitas, está tendo alucinações e dificuldade para dormir na prisão. Ele passará por exame psiquiátrico nesta quinta-feira (17).

As informações são do advogado José Roberto Rodrigues da Rosa, que defende do policial. Ele afirma que o médico psiquiatra foi contratado pela família do PM.

Rosa explicou ainda que dependendo do laudo dado pelo especialista traçará sua linha de defesa e há a possibilidade de alegar inimputabilidade por doença mental.

Lúcio Roberto Queiroz da Silva chegando à DAM em Paranaíba; ele se entregou três dias após o crime (Foto: Pablo Nogueira/Interativo MS)Lúcio Roberto Queiroz da Silva chegando à DAM em Paranaíba; ele se entregou três dias após o crime (Foto: Pablo Nogueira/Interativo MS)

O crime – Em depoimento, Lúcio Roberto Queiroz da Silva já havia dito que não se lembra do momento que atirou em Fernando e depois na mulher.

Segundo a delegada Eva Maira Cogo da Silva, titular da Dam (Delegacia de Atendimento à Mulher) de Paranaíba, o policial contou que estava na casa dos pais com Regianni e o filho de 8 anos, quando recebeu prints das mensagens trocadas entre esposa e o corretor. Foi a mulher de Fernando quem delatou o suposto caso ao policial, conforme a investigação.

O duplo homicídio aconteceu num sábado, dia 5 de outubro, à tarde. Lúcio pegou o carro e foi a casa onde Fernando estava para “conversar”, segundo disse à polícia. “Ele disse que Fernando foi para cima dele e daí por diante não se lembra de mais nada”, completou a delegada.

O corretor tentou fugir correndo para um dos quartos da residência, mas foi atingido por vários tiros e caiu entre a cama e o guarda-roupa. O policial alega ainda que não se recorda como fez o caminho de volta para a casa dos pais dele, onde cometeu o segundo assassinato disparando em Regianni.

O teor das mensagens trocadas por Regianni e Fernando não foi divulgado, mas segundo a polícia, o conteúdo dá a entender que havia um relacionamento extraconjugal entre os dois. Segundo relatos de testemunhas à polícia, Lúcio também teve vários relacionamentos fora do casamento, situação que era de conhecimento de todos.

A vítima era casada há mais de 10 anos com o policial e recentemente havia tentado se separar, mas ele não aceitava.

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É incrível isso né? A pessoa apronta, rouba, estupra, mata e depois alega problema mental? Virou modinha agora né? Um bando de vagabundos alegando insanidade mental. Mete esses safados na cadeia no meio dos doentes mentais de lá pra ver se não saram rapidinho...
 
Mariana Carvalho em 17/10/2019 21:42:48
Normal.
Dá mesmo dor no peito, e etc.
Não é loucura.
Come sua cadeia pelo duplo homicídio, brabão.
 
Adriano em 17/10/2019 20:52:56
Mania que assassino tem de ficar doido depois de fazer besteira. Se tinha alucinações por que não procurou ajuda antes? Taca rivotril no cabra que ele dorme que nem anjo.
 
Alex André de Souza em 17/10/2019 15:55:04
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