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Cidades

Prefeitos decidirão sobre Carnaval, diz governador

Reinaldo Azambuja viu com otimismo realização de eventos, desde que se observe condições sanitárias

Por Adriel Mattos | 26/11/2021 12:13
Governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja. (Foto: Chico Ribeiro/Arquivo/Subcom-MS)
Governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja. (Foto: Chico Ribeiro/Arquivo/Subcom-MS)

O governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), declarou nesta sexta-feira (26), que vê com otimismo a possibilidade das festividades do Carnaval de 2022 serem realizadas, mas alertou que os prefeitos devem observar as condições sanitárias.

O Prosseguir (Programa de Saúde e Segurança da Economia), que norteia as ações de prevenção e combate à covid-19, tem que ser levado em conta. “O programa Prosseguir é que vai oferecer um diagnóstico da situação epidemiológica, emitindo recomendações a todos os municípios. A decisão sobre a realização do carnaval é prerrogativa dos prefeitos”, destacou.

Reinaldo disse ainda que o repasse de recursos para as escolas de samba do Estado, 30% maior do que o ano passado, está garantido e não é exclusivamente vinculado à preparação do Carnaval.

“Em 2021, não foi possível fazer o Carnaval e os recursos repassados foram utilizados em oficinas e outras atividades. Nosso objetivo é minimizar os impactos da pandemia”, reforçou.

Segundo o Painel Mais (Monitor de Apoio às Informações em Saúde), da Secretaria de Estado de Saúde, o Estado já tem mais de 70% da população totalmente imunizada contra a doença causada pelo novo coronavírus e mais de 99% já recebeu ao menos uma dose.

Cautela – O secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, disse mais cedo ao Campo Grande News não ser viável realizar as festas, apesar da pressão econômica.

“Solicitei que pudéssemos fazer essa discussão dentro do comitê para que o governo tenha uma posição em relação a estes eventos. Enquanto secretário de Saúde, tenho uma visão técnica de que neste momento a gente precisa se abster de ter carnavais. Logicamente, o governo tem pedidos de apoio por parte de prefeitos (para ter). No entanto, eu escuto da minha equipe, de alguns secretários municipais de Saúde, que ainda não é hora de se promover eventos que levem a grandes aglomerações”, ponderou.

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