Receita Federal estuda logística e fronteiras em trajeto rumo ao Oceano Pacífico
Equipe vai passar por estradas, postos de fiscalização, portos e centros de armazenamento de quatro países
A Receita Federal iniciou uma viagem de estudos para percorrer o trajeto do Corredor Bioceânico no dia 30 de maio que segue até 8 de junho. O grupo é formado por oito funcionários públicos que atuam nos setores de comércio internacional, fiscalização de fronteiras, serviços de informação e diplomacia.
RESUMO
Nossa ferramenta de IA resume a notícia para você!
A equipe vai passar por estradas, postos de fiscalização, portos e centros de armazenamento do Brasil, Paraguai, Argentina e Chile até chegar ao Oceano Pacífico. O objetivo da viagem é verificar pessoalmente a situação atual da estrutura e entender o que precisa ser melhorado para quando a rota começar a funcionar de forma definitiva.
- Leia Também
- Com R$ 12,8 bilhões liberados, BNDES ajuda a financiar boom econômico de MS
- “Beijo" é adiado e Ponte da Bioceânica só deve se unir na 2ª quinzena de junho
Na prática, esse trabalho serve para planejar como o governo vai lidar com o aumento do tráfego de caminhões e mercadorias na região. Os técnicos vão analisar as condições das estradas, a segurança contra crimes na fronteira, o tempo que os produtos demoram para passar de um país para o outro e como os governos vizinhos podem trabalhar juntos.
A ação ajuda a preparar a região para o crescimento econômico gerado pela nova rota. O planejamento correto evita filas de caminhões nas cidades fronteiriças, garante que os produtos cheguem mais rapidamente aos supermercados e melhora a fiscalização contra a entrada de mercadorias ilegais no país.
Andamento - Deve ocorrer só na segunda quinzena de junho a junção entre o lado brasileiro e o paraguaio na Ponte da Bioceânica, entre Porto Murtinho, no Brasil, e Carmelo Peralta, no Paraguai. O cronograma do chamado beijo das aduelas, etapa que marca o encontro dos dois lados da estrutura, inicialmente previsto para maio, foi readequado em razão de fatores técnicos e novas avaliações da obra.
Atualmente, o vão que separa Brasil e Paraguai na ponte é de aproximadamente 20 metros. Os trabalhos seguem concentrados nos acessos e nas rampas em ambos os lados da estrutura. Pelo lado paraguaio, os serviços estão em estágio avançado.
Receba as principais notícias do Estado pelo Whats. Clique aqui para acessar o canal do Campo Grande News e siga nossas redes sociais.


