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Campo Grande, Sexta-feira, 21 de Setembro de 2018

08/12/2013 09:44

Após arrecadar R$ 1 milhão em leilão, produtores organizam ato para dia 11

Kleber Clajus
Presidente da Acrissul ressalta que leilão foi ato político mais relevante do ano (Foto: Cleber Gellio)Presidente da Acrissul ressalta que leilão foi "ato político mais relevante do ano" (Foto: Cleber Gellio)

Com arrecadação de cerca R$ 1 milhão durante o Leilão da Resistência, promovido pela Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul), os produtores rurais do Estado agora se mobilizam para um ato em Brasília, na próxima quarta-feira (11). O objetivo é cobrar do Governo Federal uma solução para os conflitos entre indígenas e fazendeiros.

“Para Brasília pretendemos levar 100 produtores, pois queremos deixar evidente o que tem acontecido no campo em Mato Grosso do Sul. Até porque produtores e indígenas não querem conflito, isso quem quer são Ong’s (Organizações Não-Governamentais), o Cimi (Conselho Indigenista Missionário) e a igreja”, garante o presidente da Acrissul, Francisco Maia, que tem esperança de que a demarcação da Aldeia Buriti, em Sidrolândia, “ocorra ainda neste ano e sirva de modelo para todo o país”.

Maia diz que os resultados alcançados durante o leilão, realizado ontem (7), foram satisfatórios e refletem o engajamento dos produtores e de lideranças políticas do Estado.

“Vamos apresentar o balanço oficial na segunda-feira (9), mas este foi o ato político mais relevante no campo este ano. A classe se mostra consciente sobre a questão das demarcações e se une para enfrentar as agressões físicas as propriedades e verbais de políticos”, pontua.

Apontado como estratégia para armar os fazendeiros na disputa agrária, Maia garante os valores arrecadados no leilão serão utilizados para contratar advogados, financiar campanhas na mídia e adquirir passagens para Brasília (DF), onde ocorre um ato relativo aos conflitos no campo na quarta-feira (11). Isso, se a Justiça autorizar, porque os valores têm de ser depositados em juízo.

Leilão – Cerca de 2 mil pessoas participaram no sábado do Leilão da Resistência, na sede da Acrissul. Maia explica que os lotes comercializados tinham “valor de mercado”. Outros R$ 400 mil foram doados em dinheiro, repassados por produtores que tiveram dificuldades logísticas para transportar o gado a ser leiloado, após a liminar que havia suspendido o evento dois dias antes e depois foi derrubada.

Ainda segundo o presidente da Acrissul, o leilão também ganhou “caráter político” e repercussão nacional ao ser transmitido para todo país pelos canais AgroBrasil e Canal do Boi. A venda também se tornou uma marca, com edições previstas para ocorrer também nos Estado do Pará, Tocantins e Rio Grande do Sul.



O GOVERNOS FEDERAL, ESTADUAIS E MUNICIPAIS, TEM A OBRIGAÇÃO DE ORGANIZAR ESTE PAÍS, PRODUTORES, REIVINDIQUEM MESMOS OS VOSSOS DIREITOS, INFELIZMENTE, ISSO NÃO PODE ACONTECER, UMA SOCIEDADE, PAGAR POR ERROS DOS GOVERNANTES ANTERIORES, ONDE SE VIU, FAZER ESCRITURA EM TERRAS DOS OUTROS, GOVERNANTES, ASSUMIRAM, ASSUMIRAM TODAS AS OBRIGAÇÕES, PRETÉRITAS, PRESENTE E FUTURAS, SE VIREM, ORGANIZEM ESTE PAÍS, OU OS MILITARES, TOMARÃO DE NOVO, ESSA BAGUNÇA.
 
PEDRO BRAGA em 09/12/2013 09:33:35
a que ponto chegamos nesse nosso brasil dos brasileiros!!!!! para se proteger de indios do paraguai !!!!! tem que se chegar a esse ponto vender seus bens para se proteger!!!! o ministro da defesa tinha que ter vergonhe disso !!!! isso é serviço do exercito....expulsar invasores da nação é coisa das forças armadas!!!!essa baderna ai é coisa de indios do paraguai !!!! os daqui são da paz!!!!sera que custa o poder publico averiguar isso !!!!!
 
paulo costa em 08/12/2013 22:31:48
Os posseiros estão prontos para enfrentar e dizimar os verdadeiros e legítimos donos da terra invadida...
Não conseguem sustentar legalmente a propriedade invadida, agora partem para o extermínio dos verdadeiros donos das terras legadas pelos seus ancestrais...
As autoridades, por enquanto, continuam omissas; de braços cruzados... Até quando?
 
Paulo Chapell em 08/12/2013 20:44:51
Acho que podiam usar um pedaço dessa verba pra usar numa propaganda para ser veiculada na TV mostrando quem realmente está por trás dessas ações indígenas. E especialmente mostrar o lado que NINGUÉM MOSTRA.
 
Alexandra Rocha em 08/12/2013 10:33:32
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