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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

20/08/2010 16:25

Baleado em assalto é cliente de comércio no Taquarussu

Redação

O vendedor de cerveja Valdon José Santos, de 56 anos, baleado durante assalto a uma fábrica de gelo no bairro Taquarussu, em Campo Grande, às 15h45 de hoje, é cliente do estabelecimento e carregava seu veículo com gelo quando foi abordado pelos assaltantes.

Ele foi socorrido por policiais militares e encaminhado para a Santa Casa. Segundo o hospital, o tiro atingiu Santos abaixo da nuca e o projétil transfixou seu rosto, mas ele está consciente e orientado e permanece no pronto socorro acompanhado da esposa.

O proprietário do comércio assaltado, Mário Marcio Balatori, contou que o cliente carregava sua Kombi, de placa HQR-7770, junto com ele e uma funcionaria da empresa, quando foi abordado por dois ladrões.

Os assaltantes mandaram os três deitarem no chão da fábrica de gelo e perguntaram quem era o dono do estabelecimento. Quando Balatori de identificou eles queriam saber onde estava o cofre.

O proprietário informou que não tinha cofre, mas que havia dinheiro na gaveta nos fundos do comércio. Enquanto buscava a quantia, ouviu o disparo. "Fiquei paralisado e não sabia o que fazer. Ouvi um dos ladrões dizer 'pipocou'", lembra.

Em seguida os dois fugiram a pé. Quando o comerciante foi até a recepção da fábrica viu o cliente caído no chão. Para ele, o tiro foi disparado enquanto Santos estava deitado, porque atingiu as costas abaixo da nuca e saiu pelo rosto.

Visivelmente abalado, o comerciante confessa que nunca havia passado por um momento de "terror tão grande". Vários moradores se aglomeraram próximo ao estabelecimento. O vendedor de cerveja mora no mesmo bairro.

Vizinhos que viram os assaltantes fugirem preferem não se identificar, mas dizem que eles foram para sentidos opostos.

O idoso Luis Alves Machado, de 75 anos, que mora na terceira casa depois da fábrica, conta que essa é a segunda vez em que o estabelecimento é assaltado. Na primeira vez ele presenciou o crime, mas hoje nem ouviu o disparo.

Já a comerciante Lúcia Nantes, de 25 anos, que mora ao lado da fábrica, nos fundos do terreno onde funciona sua loja de peças para motocicleta, conta ter ouvido o disparo.

Quando saiu para a rua viu a secretária da fábrica gritando e correndo para pedir ajuda. As vítimas contaram que o homem perdeu muito sangue, mas o hospital informou que ele não corre risco de morte.

A perícia está no local do crime. Equipes da Cigcoe e do 10° Batalhão da Polícia Militar fazem rondas em busca dos assaltantes.

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