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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

09/11/2008 15:12

Boicote ao Enade tem baixa adesão em Campo Grande

Redação

Mesmo com a realização de palestras de esclarecimento, reuniões e assembléias, os acadêmicos da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) não tiveram or resultado esperado quanto ao boicote ao Enade (Exame Nacional de Avaliação do Desempenho dos Estudantes). Segundo os organizadores do protesto, 50% dos cursos da UFMS aderiram ao movimento, mas os das universidades particulares fizeram a prova normalmente.

Segundo Robson de Souza, colaborador do DCE (Diretório Central dos Estudantes), houve uma forte pressão por parte da coordenação de alguns cursos da UFMS, o que resultou na baixa adesão ao boicote.

Por outro lado, os alunos, que prometiam fazer piquetes em frente aos locais onde as provas foram aplicadas, conseguiram apenas distribuir alguns adesivos em frente ao Colégio Dom Bosco. Na entrada do colégio Avant Garde, por exemplo, onde ocorriam as provas de Arquitetura e engenharia, não houve nenhuma manifestação.

Dos dez cursos da UFMS que tiveram de fazer as provas hoje, apenas um teve adesão total ao boicote, o de Ciências Sociais, dizem os acadêmicos. Nos cursos de ciências biológicas não houve boicote. Alunos das universidades particulares seguiram as recomendações do MEC (Ministério da Educação e Cultura) e fizeram a prova.

Para os universitários do último ano, a prova é requisito para a retirada do diploma.

Motivos - O boicote foi planejado pela UNE (União Nacional dos Estudantes) como uma forma de forçar o MEC a fazer uma fiscalização mais profunda nas universidades, já que o Enade é o fator de mais peso na hora de se avaliar as instituições. Os cursos que têm uma nota muito baixa no Enade recebem uma visita de técnicos do MEC para avaliar o que há de errado.

Os alunos argumentam que as universidades

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