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Campo Grande, Segunda-feira, 24 de Setembro de 2018

28/02/2018 14:07

"Quem sofre é o cidadão", afirma Marquinhos sobre contrato da Águas

Prorrogação da concessão foi suspensa e a empresa paralisou obras, afetando também serviços de asfaltamento

Gabriel Neris e Bruna Kaspary
Marquinhos disse que a suspensão do contrato com a Águas não envolve a prefeitura e aguardará decisão do TCE (Foto: Marcos Ermínio)Marquinhos disse que a suspensão do contrato com a Águas não envolve a prefeitura e aguardará decisão do TCE (Foto: Marcos Ermínio)

O prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), disse que o Executivo não se envolverá no imbróglio envolvendo o contrato de concessão firmado com a Águas Guariroba, e que foi suspenso através de liminar pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado). Os conselheiros julgam na tarde desta quarta-feira (28) os termos aditivos que ampliam a concessão até 2060.

“[O caso] está no Tribunal de Contas do Estado, não foi uma decisão da prefeitura. É um problema entre o TCE e a Águas e quem está sofrendo as consequências é o municipe”, disse Marquinhos.

A prefeitura aguarda a decisão para reiniciar obras de pavimentação nos bairros Nova Lima e Vila Nasser, duas das três regiões mais impactadas com a paralisação. Segundo a prefeitura, caso a decisão seja favorável à manutenção do prazo de concessão original, a concessionária não retomará as obras.

Segundo Marquinhos, a prefeitura também não realizará a obra sem a drenagem. “Não há [possibilidade] porque não vamos entregar nenhuma obra sem drenagem, hoje poderia continuar a obra do Nova Lima sem o esgoto e a drenagem pluvial, mas não vou fazer porque a população merece o que há de melhor, e o de melhor é o serviço completo, que começa com a drenagem. Se não fizer a drenagem, o que vai acontecer, após o julgamento a Águas vai cortar o asfalto inteiro e você já sabe as consequências que estamos colhendo na cidade”, disse o prefeito.

A liminar do conselheiro Jerson Domingos considerou os aditivos 3º e 4º ao contrato como irregulares. Para ele, as mudanças foran feitas “à margem da legislação pertinente e não devem ser mantidos incólumes, sob pena de causar ainda mais prejuízo ao erário”. O TCE determinou ao prefeito que sustasse qualquer ato relativo ao citados procedimentos até o julgamento do mérito. Firmado em 18 de outubro de 2000, o contrato previa concessão por 30 anos, com valor inicial de R$ 417 milhões.

Os aditivos, no entanto, estenderam o prazo para 2060, apresentando por contrapartida a universalização da rede de esgoto. Em resposta à liminar a Águas Guariroba paralisou todas as obras de esgoto em Campo Grande, desde novembro passado.



Esta é a pior empresa de prestação de seviços que conheço. Todo santo dia tem um buraco para consertar (e estou falando somente de um bairro) no Taveirópolis. Falta água todo santo dia apos as 23:00 impreterivelmente, isto sem falar da constante falta porque tem sempre algum "conserto" pra fazer. Abre buracos pra todo lado, até parece que ja deixa pronto pra vazar de novo. Acho que devia haver uma investigação nisto e estudar a possibilidade de colocar uma outra empresa no lugar. Quando era a Sanesul era muito bom.
 
Jose Leal Batista em 28/02/2018 15:49:37
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