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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

09/04/2013 08:29

A cada chuva, rua vira um grande rio e causa transtornos aos moradores

Viviane Oliveira
Lucia de Jesus mostra o rio que se formou em frente da casa dela. (Fotos: Vanderlei Aparecido) Lucia de Jesus mostra o rio que se formou em frente da casa dela. (Fotos: Vanderlei Aparecido)
Gilmar disse que o cruzamento da Rua Luiz de Vasconcelos com a Mansur Contar já se tornou um problema mas os moradores. Gilmar disse que o cruzamento da Rua Luiz de Vasconcelos com a Mansur Contar já se tornou um problema mas os moradores.

Toda vez que chove, a costureira Lúcia de Jesus Pordeus, de 66 anos, precisa atravessar um “rio” para conseguir sair de casa. Essa situação é enfrentada quase que diariamente pelos moradores da rua Olinda de Melo, no Jardim Los Angeles, em Campo Grande. No período chuvoso, a população fica ilhada em suas casas por conta da enxurrada que fica acumulada por vários dias na via.

Andar a pé, de bicicleta ou de moto é quase impossível no trecho que não é asfaltado no bairro. Tem aqueles que se arriscam e acabam ficando no meio do caminho.

A aposentada Maria Aparecida Gomes, de 56 anos, tem uma casa na rua Olinda de Melo esquina com a rua Coronel Siqueira Campos há cinco anos, mas estava morando em Camapuã e voltou para a Capital há três meses. Ela disse que, desde então, toda vez que o tempo forma para chuva, os moradores começam a ficar com medo. “É um desespero, a água cobre o meio-fio e a rua fica intransitável”, afirma.

Maria aparecida reclama que o problema sempre existiu na região, no entanto a cada ano tem ficado pior. “Quando chove as crianças não vão para a escola. É um absurdo um aluno perder um dia de aula por causa da má condição de uma via”, reclama.

Perto dali, no cruzamento da rua Luiz de Vasconcelos com a Mansur Contar um buraco no meio da rua põe em risco o trânsito no local. Gilmar Barbosa dos Santos, de 47 anos, que mora no local há 8, conta que já viu muita gente, principalmente motociclista, se acidentar na via. “No domingo passado o vizinho colocou entulho para tentar amenizar o problema, mas não adiantou muita coisa”, disse.

A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa da Prefeitura, que não informou o prazo para a recuperação da rua. Disse apenas que no último dia 5, o município anunciou que cumpriu o prazo exigido pelo Ministério das Cidades e garantiu recurso de R$ 807 milhões para realização de obras em diversas regiões de Campo Grande.

Ainda de acordo com o órgão, uma das regiões a ser beneficiada com recursos do PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento) é o complexo do Lagoa/Anhanduí, que inclui o Jardim Los Angeles, com drenagem e asfalto para os bairros, com investimentos de R$ 165 milhões.

A água fica acumulada por pelo menos três dias, afirma a aposentada Maria Aparecida. A água fica acumulada por pelo menos três dias, afirma a aposentada Maria Aparecida.
Situação da rua Olinda de Melo com a rua Engenheiro Paulo Frontin.Situação da rua Olinda de Melo com a rua Engenheiro Paulo Frontin.



Na moral ninguem pode controlar a natureza, é isso que da asfaltar toda a cidade não tem onde mais a agua filtrar, vai ser daqui p/ pior...
 
Elaine de Almeida em 09/04/2013 10:50:53
E O BERNAL????????
 
eder de oliveira chaves em 09/04/2013 10:10:44
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