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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

03/07/2013 15:14

Acúmulo de lixo e volume de chuva geraram 280 “entupimentos” na cidade

Elverson Cardozo
Técnico da Águas Guariroba realiza manutenção na rede de esgotamento sanitário. (Foto: Divulgação)Técnico da Águas Guariroba realiza manutenção na rede de esgotamento sanitário. (Foto: Divulgação)

O acúmulo de lixo e o lançamento indevido de águas de chuva nas tubulações de coleta de esgoto em Campo Grande geraram, em maio, mais de 280 ocorrências à equipe de esgotamento sanitário da Águas Guariroba.

Em épocas de grande volume de chuva, o número de atendimento praticamente dobra. Gestor de esgotamento sanitário na empresa, Mário Marcio Gonçalves, explica que a tubulação de esgoto é mais estreita que a rede de águas pluviais, preparada para receber água da chuva, mas muita gente desconhece a irregularidade e faz o procedimento inverso.

“A tubulação de do esgoto deve receber apenas os resíduos sanitário”, disse, citando como exemplo a água utilizada na pia da cozinha, no banheiro, descarga do vaso sanitário e no chuveiro.

A água da calha ou do quintal, salientou, não são de esgoto. Transferir o volume para essa tubulação pode gerar transtornos.

Em períodos chuvosos, os extravasamentos ocorrem porque o encanamento não suporta todo o volume de água lançado e transborda. Com essa situação, o risco do esgoto voltar para as residências é alto.

Outro fator que ocasiona entupimentos são os acúmulos de lixos nas tubulações. Óleo de cozinha, restos de alimentos descartados na pia da cozinha, papel higiênico, sacos plásticos, bituca de cigarro, absorventes e preservativos jogados no vaso sanitário, são alguns exemplos.

Para evitar problemas, a dica é simples: basta dar uma destinação adequada ao lixo e lançar as águas das chuvas na rede de drenagem urbana. Na Capital, 69% da população têm à disposição rede de coleta e tratamento de esgoto.



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