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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

20/03/2014 21:30

Após morte de acadêmica, bombeiros multam Uniderp em R$ 3,7 mil

Alan Diógenes
Uniderp terá que pagar multa de R$ 3,7 mil por não cumprir determinações dos bombeiros. (Foto: Marcos Ermínio)Uniderp terá que pagar multa de R$ 3,7 mil por não cumprir determinações dos bombeiros. (Foto: Marcos Ermínio)

O Corpo de Bombeiros multou em R$ 3,7 mil a Universidade Anhanguera Uniderp, por volta das 14 horas desta quinta-feira, por irregularidades no Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico. A multa foi aplicada no dia seguinte a morte da estudante Alana Cristina dos Santos, de 18 anos.

De acordo com o coronel do Corpo de Bombeiros Joilson de Paula, durante vistoria no ano passado, os militares encontraram diversas irregularidades no projeto de segurança. O centro de ensino foi notificado e deveria fazer ajustes no plano.

Após vencer o prazo determinado pela corporação, a universidade conseguiu mais algum tempo para se adaptar. “Primeiramente eles pediram um prazo de 30 dias, depois 60, depois 90, e assim por diante, até chegar o dia de hoje quando fomos fazer a visita”, destacou o coronel.

Durante a vistoria, nesta tarde, além de perceber que ainda existem irregularidades no plano de segurança, os bombeiros também verificaram que a brigada de incêndio do local, não possuía certificado. Eles aplicaram multa de R$ 3,7 mil em decorrência do não cumprimento das determinações.

A instituição terá um prazo de 30 dias para apresentar o certificado da brigada de incêndio e fazer as adequações.

Segundo o coronel Joilson de Paula, neste ano todas as instituições e estabelecimentos de Campo Grande foram informados sobre a necessidade de apresentar um Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico adequado. 

Polêmica – A vistoria foi realizada um dia antes que a acadêmica Alana Cristina dos Santos, de 18 anos, passou mal e morreu em uma sala de aula da Universidade Anhanguera Uniderp, na manhã de ontem (20). Conforme testemunhas, a ambulância do Samu demorou meia hora. A Uniderp informou que o procedimento de socorro à acadêmica foi tomado de imediato.



Mariana, a culpa é por parte dos bombeiros sim, eles não levaram a vistoria feita no ano passado muito a sério, quer dizer que a instituição pede 30 dias, depois 60 e 90 e tudo bem? Vai um comerciante pequeno ficar pedindo prazo pro bombeiro pra ver, eles fecham o negocio e dão quanto tempo quiser de prazo, mas só abre depois de aprovado, como a faculdade é uma instituição grande, o corpo de bombeiros fica concedendo regalias, é a mesma coisa que tentaram alegar na boate kiss, foi feito a vistoria, e pediram as providencias, mas não voltaram para verificar se estava tudo certo, os bombeiros daqui foram refazer a vistoria um dia após a morte da menina, conveniente né?
 
maximiliano rodrigo antonio nahas em 21/03/2014 12:18:39
Precisou haver uma morte, pra verem que o projeto estava irregular. E ainda bem no bloco de arquitetura e engenharia, que antagonismo!
 
Alexa Lopes em 21/03/2014 09:18:32
Bom dia, sei que os bombeiros tem muitas tarefas a se fazer, atrasar alguns dias talvez seja até aceitável em um comercio pequeno, mas em lugares onde há aglomeração de pessoas não pode ocorrer tais atrasos, será que gostaram do acidente que aconteceu na boate KISS?
Para a estudante que faleceu, o professor e a própria instituição de ensino deveriam ter dado prioridade ao maior bem que a mesma tem que é o ser humano (alunos ou funcionarios), tirem as pessoas o que resta é apenas um imóvel que vai ficar anos parado rendendo dinheiro sim, mas para o governo que vai ter seus impostos pagos e ônus para a instituição, que seja ela quem seja em nossa capital ou mesmo no interior.
 
Marcelo Ferreira Duarte em 21/03/2014 08:00:48
Não consegui entender o que um fato tem a ver com o outro... Daqui a pouco vão dizer que é culpa dos bombeiros a fatalidade que aconteceu com a estudante? Pelo que se vê da reportagem, desde o ano passado a instituição vem sendo alertada sobre as adaptações a serem feitas, foram dados todos os prazos que ela pediu e nada... trata-se aí de uma questão de segurança de todos, alunos e funcionários. A morte da estudante é um caso à parte, e pode até ser que o samu tenha demorado, isso não é um fato difícil de acreditar, mas uma instituição desse porte, com tanta gente transitando o dia inteiro, tinha que ter uma equipe para emergências e que estivesse preparada para prestar os primeiros atendimentos, fatalidades, acidentes com cortes e quedas podem acontecer a qualquer momento.
 
Mariana Carvalho em 21/03/2014 00:26:09
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