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Capital

Atacadista volta a funcionar com área interditada após segundo incêndio

Além do atacado, lojas e uma casa lotérica funcionam normalmente no espaço do Fort

Por Caroline Maldonado e Bruna Marques | 11/05/2022 12:07
Interior da loja Fort Atacadista na Avenida Presidente Vargas, no Bairro Papa João Paulo II. (Foto: Henrique Kawaminami)
Interior da loja Fort Atacadista na Avenida Presidente Vargas, no Bairro Papa João Paulo II. (Foto: Henrique Kawaminami)

Voltou a funcionar o Fort Atacadista da Avenida Presidente Vargas, no Bairro Papa João Paulo II. A loja ficou fechada após o segundo incêndio no prédio, ocorrido no dia 22 de abril.

Além do atacado, lojas e uma casa lotérica funcionam normalmente no local. Partes de dois corredores estão interditadas nos fundos da loja. A área isolada é nos dois primeiros corredores que os clientes têm acesso ao entrar o prédio. Ali perto há produtos de limpeza, material escolar e similares.

Aos clientes, os funcionários informam que a área está isolada para reforma até que possa voltar a funcionar. Na frente do atacado, a montanha de material incendiado foi totalmente removida e a área de estacionamento funciona normalmente.

Incêndio na loja do Fort Atacadista na Avenida Presidente Vargas, no Bairro Papa João Paulo II. (Foto: Arquivo/Paulo Francis)
Incêndio na loja do Fort Atacadista na Avenida Presidente Vargas, no Bairro Papa João Paulo II. (Foto: Arquivo/Paulo Francis)

Incêndios - No dia do incêndio, o trânsito chegou a ser interditado na Avenida Presidente Vargas, pois as chamas eram bem altas.

Essa foi a segunda vez que a loja pegou fogo. No dia 12 de março, duas salas do setor administrativo e uma copa foram atingidas por incêndio. O mercado reabriu para o público no dia 16 do mesmo mês.

Há quase dois anos, uma loja do Atacadão foi consumida pelas chamas, mas as causas são desconhecidas. O fogo no atacarejo da Avenida Duque de Caxias começou no corredor 4, na prateleira em que estavam substâncias inflamáveis, como querosene, álcool em gel e produtos de limpeza. A perícia não encontrou o objeto de ignição, ou seja, responsável pelo início do incêndio.

O último incêndio do Fort foi o quarto registrado em prédios da Capital neste ano. No dia 9 de março, pegou fogo o ar-condicionado de um apartamento de prédio da Rua 15 de Novembro. O apartamento ficou destruído e 150 pessoas saíram às pressas, enquanto quatro idosos foram resgatados pela escada dos bombeiros.

No dia 11 de março, incêndio aconteceu em uma floricultura na Rua Pedro Celestino, no Centro. Ninguém ficou ferido, mas a loja foi destruída.

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