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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

16/06/2011 17:00

Baleado há 4 meses por 2 jovens, motorista diz que viveu de novo

Viviane Oliveira e Nadyenka Castro

Ele se emociona ao contar a história

Edson ficou internado 8 dias na Santa Casa. Edson ficou internado 8 dias na Santa Casa.

“Graças a Deus eu vivi de novo”, conta Edson Bazan, 39 anos, em entrevista ao Campo Grande News. Ele foi baleado por dois jovens no dia 1º de janeiro quando dirigia um ônibus do transporte coletivo no bairro Dom Antônio Barbosa, em Campo Grande.

Ele levou quatro tiros, um nas costas, que ainda continua alojado, um na coxa esquerda, um no abdômen, um no braço, que também está alojado e outro na mão. Edson só não foi atingido por um quinto tiro porque segundo ele, segurou na mão do autor e o disparo foi feito para cima.

Por causa dos tiros Edson ficou internado oito dias na Santa Casa e 45 dias na cadeira de rodas. Ele está afastado do serviço e faz fisioterapia diariamente. Por causa dos tiros a vítima ficou com a cintura para baixo do lado esquerdo paralisada.

Com a fisioterapia conseguiu sair da cadeira de rodas e já recuperou os movimentos, mas reclama que o pé esquerdo continua dormente. “Por causa das sequelas não consigo andar rápido e nem correr”, disse.

Edson disse que era motorista de ônibus intermunicipal e saiu do emprego porque queria voltar a estudar. “Consegui um emprego na Jaguar – empresa de transporte coletivo das 18 a 1 hora da manhã. Segundo ele, era uma linha que ninguém queria fazer, a do Dom Antônio Barbosa.

“Quando fui baleado estava quase um ano na linha. Nesse período o ônibus foi assaltado 13 vezes”, afirma.

Edson chora ao relembrar do dia que foi baleado. “Foi inacreditável o que aconteceu, graças a Deus eu voltei a viver e a estudar novamente”.

Revolta - Edson conta que depois que depois do atentado foi até uma bicicletaria e ficou revoltado com que ouviu. “Conversando com um adolescente o menino disse: Não dá nada não matar – chega na hora fala para o juiz que não sabe de nada e é solto.

“A justiça simplesmente os libera e a gente fica a disposição da criminalidade”, destaca. Ele disse que aceitou a trabalhar a noite porque era o único horário que tinha para estudar.

Crime - Segundo a vítima por volta das 22h15 do dia 1° de janeiro, se aproximou do ponto de ônibus, quando viu um grupo de jovens parados. Conforme ele, quando saiu com o ônibus passou próximo da bicicleta de um deles.

“Até o próximo ponto eles foram me acompanhando, quando Max Ferreira da Silva, 19 anos, parou com a bicicleta na frente do ônibus. “Eu desci para ver o que tinha acontecido. Um menino jogou uma pedra na porta dianteira do coletivo”.

Conforme o motorista, quando ligava para a Polícia, um dos adolescentes de 17 anos atirou duas vezes e um acertou sua coluna. O adolescente entregou a arma para o Max e disse: eu já dei dois tiros termina de matar você.

“Eu já tinha sido assaltado várias vezes. Não sei porque fizeram isso”. De acordo com ele, desceu com uma marreta para bater no pneu, mas não agrediu ninguém.



NESTA CIDADE FALTA E SEGURNCA,OS BANDIDOS FAZEN O QUE QUEREN E A JUSTICA NAO FAIS NADA, MAS SE FOCE UM POLICIAL ELES FAZIA ALGUMA COISA
 
MARCOS ANTONIO em 17/06/2011 07:29:55
Infelizmente este é mais um caso que ira passar sem punicão! Já que o maior sabe que, o menor assumindo a culpa ele escapa de ser punido. É mais um pai de família que sofre nas mãos de marginais e a impunidade vence novamente. Cade os orgãos publicos para auxiliar a vítima? Cade o Judiciario para saber como esta a vida deste pai de família e de muitos outros que já se foram ou que estão emcima de uma cama impossibilitados de trabalhar para dar a famĺia um futuro digno. Como sempre estão fingindo que não sbem de nada. Seus Covardes :[
 
Ramao Rodrigues em 16/06/2011 09:52:56
E agora? kd os direitos humano que com certeza nem sabe deste fato lamentavel que ocorreu c/ esse trabalhador, agora mata um infeliz deste e vc esta ferrado o resto da vida, e tem mais com certeza esse trabalhador não tem assistencia que merece, basta verificar.
 
Felipe Salinas em 16/06/2011 07:41:56
Muito boa essa reportagem. Veio bem na hora, em que o senhores empresário, estão preocupados com os constantes assaltos.Mas, essa preocupação acredito que seje, com seus bolsos.
Os funcionários e os usuários, são pequenos detalhes nessa história toda.
A gente brinca, mas a realidade é muito séria.O que ocorre, nesses percursos do transporte coletivo é PROBLEMA DE SEGURANÇA PÚBLICA.
Quando o delinquente fala que não dá nada... é a mais pura verdade,provem o contrário.
Cadê, os DIREITOS HUMANOS para assistir a esse funcionário, que encontra-se no momento improdutivo numa cama? E se fosse o contrário,ou seja, o motorista baleado um delinquente "Di menor" ou marginal qualquer? com certeza o mesmo estaria todo complicado e por cima com os "DIREITOS DOS MANOS", presos ao seu calcanhar.
 
neyde de oliveira em 16/06/2011 05:58:25
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