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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

07/11/2013 08:37

Bombeiros divulgam legislação de Segurança para arquitetos e engenheiros

Luciana Brazil
Evento foi realizado na semana passada.Evento foi realizado na semana passada.

Para informar sobre a nova legislação de Segurança Contra Incêndio e Pânico, o Corpo de Bombeiros realizou na última terça-feira no auditório do Crea (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia), em Campo Grande, uma palestra para engenheiros, arquitetos e estudantes da área.

A intenção era a divulgação da nova legislação que está em vigor desde abril.

Segundo o diretor do Departamento de Serviços Técnicos do Corpo de Bombeiros, o coronel Armindo Oliveira Franco, a legislação apresenta novas exigências de segurança e muitos profissionais ainda se sentem distantes da nova realidade.

O coronel lembra ainda que a legislação anterior vigorou durante 23 anos e já estava desatualizada com as modernas técnicas construtivas e com os equipamentos mais modernos de combate a incêndios. Vigente desde abril, ela está alinhada com a melhor legislação brasileira que é a do estado de São Paulo.

“São Paulo foi modernizando sua legislação ao longo do tempo e a nossa, como foi implementada de uma única vez, cria algumas dificuldades iniciais de assimilação pelos profissionais projetistas, por isso o motivo deste evento de divulgação”.

Mas ele lembra que a palestra não teve caráter de capacitação, mas sim de informação.

“São 12 tipos de ocupação e existem 23 medidas de proteção que podem ser aplicadas a essas ocupações ou não. E para cada uma das medidas existem normas que fazem a regulamentação”, disse.

“Com a mudança, algumas coisas deixaram de ser exigidas por causa do avanço dos materiais e outras passaram a ser cobradas como a brigada de incêndio e controle de fumaça”, explica.

O diretor da empresa Cosenge Engenharia de Incêndio, o engenheiro Mario Borges, que também participou do evento destacou a iniciativa dos bombeiros.

“Isso mostra a disposição de maior diálogo com a sociedade e a busca de um alinhamento nos procedimentos que, ao final, resultará em projetos mais eficientes e edificações mais seguras, que é o objetivo comum a todos”.

Analista do Corpo e Bombeiros, o major e engenheiro Fábio Assis afirmou que cada uma das 43 normas técnicas da legislação podem ser aperfeiçoadas a partir de sugestões da população.



Só uma correção: desde o final de 2011 o CONFEA e o CREA mudaram de nome, devido à criação de Conselho próprio para arquitetos e urbanistas (o CAU). Então o nome certo é "Conselho Regional de Engenharia e AGROnomia", o "A" não é mais "Arquitetura". Se bem que o evento dos Bombeiros, provavelmente, foi voltado às duas classes...
 
Marcel Ozuna em 07/11/2013 15:24:03
Ótima iniciativa, como também , apresentar a outras classes sociais. Mas tem sempre um porém. A burocracia que lida desde tamanho de carimbo, até beldades a estética das pastas de projetos.
Corrigir é correto, já entravar peixe pequeno?....
 
Arqt Urb. Nelson Wolf. em 07/11/2013 11:54:19
O mínimo admissível seria uma maior fiscalização por parte do CREA com relação a instalações elétricas principalmente, o Corpo de Bombeiros preocupa-se apenas no combate a incêndios, ninguém se preocupa com prevenção ! Mais valorização aos engenheiros eletricistas, aos técnicos em eletrotécnica, comece a trabalhar de verdade CREA, não é só ficar recebendo anuidades.
 
Nilton Cicalise em 07/11/2013 09:05:25
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