Buracos e lama tornam circulação em rua do Lageado um transtorno
Rua Evelina Selingardi tem trecho tomado por crateras, e chuva deixou pontos alagados

Moradores e motoristas relatam que circular por um trecho da Rua Evelina Selingardi, no Bairro Lageado, região sul de Campo Grande, virou uma aventura. Há buracos nos dois sentidos da via, e um trecho próximo à ponte do córrego que dá nome ao bairro tem uma depressão que ficou tomada pela lama após dias de chuva.
RESUMO
Nossa ferramenta de IA resume a notícia para você!
Moradores e motoristas relatam dificuldades para circular na Rua Evelina Selingardi, no Bairro Lageado, região sul de Campo Grande, onde há buracos nos dois sentidos e uma depressão tomada pela lama perto da ponte do córrego. Guardas civis auxiliaram condutores na travessia, e uma equipe da Sisep prometeu tapa-buracos ainda hoje. Moradores citam risco de acidentes com ciclistas, motociclistas e pedestres, além de congestionamento e dificuldade de um ônibus para desviar.
O tráfego ficou tão difícil que até guardas civis estavam no local nesta manhã para ajudar condutores a fazer a travessia sem risco de acidentes. Enquanto a reportagem ouvia pessoas no local, chegou uma equipe da Sisep e prometeu que ainda hoje haveria uma ação de tapa-buracos. Na segunda quinzena de setembro, a Prefeitura informou que tinha 12 equipes em diferentes bairros para correções nas vias, com promessa de chegar a 3 mil reparos por dia, diante do agravamento da deterioração do asfalto.
Muitos motoristas precisam atravessar o trecho invadindo o espaço destinado aos pedestres, que não tem pavimento. Para quem passa a pé, é preciso pisar na lama, além de correr o risco de tomar um banho com a água acumulada. A confusão chegou a criar congestionamento de veículos à espera da vez de passar pelo local.
Confira a galeria de imagens:
Romeu dos Santos, de 65 anos, vizinho da região, contou que a situação não é nova, mas piorou com a temporada de chuva. Ele relatou à reportagem que já viu quedas de ciclistas e motociclistas e também o transtorno causado pela água que atinge quem passa a pé. Santos conta que, para ele, assim como para muita gente, ali é a única rota de passagem.
Vizinha ao trecho, a aposentada Luiza Leguizamon, de 57 anos, contou que houve reparos na região, mas o local ficou fora da ação. Ela teme que pessoas se acidentem e se machuquem. Na rua, a reportagem pôde ver a dificuldade de um ônibus para desviar dos buracos.
Roberto, de 36 anos, prestador de serviços, também falou sobre o risco de acidentes. Ele contou que, logo cedo, viu um motociclista quase ser atingido por um carro. A situação fica complicada quando veículos, ciclistas e pedestres circulam ao mesmo tempo. Ele defende que os reparos facilitariam a circulação de todos naquele ponto da rua.






