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Capital

Campanha pede ajuda de lojistas no combate ao Aedes aegypti

Mais de 6,3 mil empresários que compõe a ACICG estão convidados a promover ações educativas de combate ao Aedes aegypti

Por Yarima Mecchi | 10/01/2017 10:24
Campanha foi lançada pela ACICG, (Foto: Divulgação)
Campanha foi lançada pela ACICG, (Foto: Divulgação)

O combate contra o mosquito Aedes aegypti foi ampliado em Campo Grande e, além das ações da prefeitura, os empresários que fazem parte da ACICG (Associação Comercial Industrial de Campo Grande) também vão promover o combate ao mosquito. Nesta terça-feira (10), a campanha Liga Anti Mosquito foi lançada pela associação, em conjunto com o Executivo Municipal.

De acordo com o presidente da associação, João Carlos Polidoro, os mais de 6,3 mil empresários que compõem a ACICG estão convidados a promover ações educativas de combate ao Aedes aegypti. "Se o funcionário fica doente, o empresário perde e ser o cliente fica doente o empresário também perde. O resultado do combate ao mosquito é importante e bom para todos", ressaltou.

Entre as ações da campanha está ações educativas como panfletagem, banners espalhados pelo comércio e blitz de conscientização em parceira com a Prefeitura de Campo Grande. "Combater o mosquito não custa nada. É só cada um limpar o seu quinta, fazer a sua partem cuidar da sua empresa e todos ganhamos. Tem que levantar da cadeira e agir", disse João Polidoro.

Marquinhos Trad (à esquerda), João Carlos Polidoro (ao centro) e senador Pedro Chaves (à direita). (Foto: Fernando Antunes)
Marquinhos Trad (à esquerda), João Carlos Polidoro (ao centro) e senador Pedro Chaves (à direita). (Foto: Fernando Antunes)

O prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), também esteve no evento de lançamento da campanha e destacou que a cidade precisa se unir para não tenha epidemias e as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti saiam dos registros da Capital. "A cidade agia em um corpo solitário, agia sozinha e não dá certo. Vamos trazer o setor privado para o combate a dengue junto com as ações da prefeitura", afirmou.

Segundo Marquinhos a cidade conta com 350 agentes epidemiológicos, 1,5 mil agentes comunitários e seis carros de fumacê. "Não adianta fazermos a nossa parte, mas a cidade não fazer a dela. Com as ações na empresas as pessoas vão levar as ações para casa e com isso vamos atingindo as famílias", relatou.

A ACICG relatou que em 2016 foram 29 mil notificações de doenças provocadas pelo Aedes aegypti, sendo 28.437 por dengue, 243 de febre Chikungunya e 260 do Zika Vírus. Ainda de acordo com dados levantados pela associação 2016 teve 100% de notificações a mais que em 2015, que teve 14.140.

O senador Pedro Chaves (PSC), que também esteve presente no lançamento, afirmou que as ações também devem ser feitas na escola e principalmente com as crianças da pré-escola. "Temos que começar de baixo para cima. Os filhos ensinam os pais que devem promover ações para o combate ao mosquito e com isso a importância de começar com as crianças".

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