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Capital

Campo Grande inicia testes de patinetes elétricos compartilhados nesta terça

Serviço da empresa JET será avaliado pela Agetran antes de possível implantação definitiva na Capital

Por Ângela Kempfer | 06/07/2026 15:06
Campo Grande inicia testes de patinetes elétricos compartilhados nesta terça
Patinetes da Jet em Brasília, empresa que vai testar os equipamentos em Campo Grande (Foto: Divulgação)

Campo Grande entra nesta terça-feira (7) na fase de testes de um novo modelo de deslocamento urbano: os patinetes elétricos compartilhados. A empresa JET inicia a operação experimental na Capital, enquanto a Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) acompanha o uso dos equipamentos para decidir os próximos passos do serviço.

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Campo Grande inicia nesta terça-feira (7) a fase de testes de patinetes elétricos compartilhados. A empresa JET lança a operação experimental às 15h, na Praça Ary Coelho, sob acompanhamento da Agetran. A agência avaliará distribuição, estacionamento e impacto no trânsito antes de regulamentar o serviço. O diretor Ciro Vieira Ferreira afirmou que a fase experimental garantirá segurança a usuários e pedestres.

O lançamento será realizado às 15h, na Praça Ary Coelho, e marca a primeira etapa de avaliação da micromobilidade compartilhada no município. Durante o período de testes, a agência vai observar como os patinetes serão utilizados pelos moradores, quais regiões concentram maior procura e quais impactos o serviço provoca na circulação de pedestres, ciclistas e veículos.

A ideia é verificar, na prática, se o modelo funciona dentro da realidade de Campo Grande. Entre os pontos analisados estarão a distribuição dos equipamentos, os locais de estacionamento, a convivência com calçadas e ciclovias e o comportamento dos usuários.

A operação seguirá regras definidas pela Agetran, como limites de velocidade, organização dos pontos de estacionamento, monitoramento da frota e envio de informações sobre o uso dos patinetes. A empresa também deverá manter canais de atendimento aos usuários.

Segundo o diretor-presidente da Agetran, Ciro Vieira Ferreira, o período experimental será usado para identificar ajustes antes de uma eventual implantação permanente.

“A fase experimental é fundamental para avaliarmos o funcionamento do serviço na prática, identificarmos possíveis ajustes e garantirmos que a implantação aconteça com segurança para usuários, pedestres e todos que utilizam o sistema viário”, afirmou.

Os dados coletados durante os testes vão embasar a decisão sobre a regulamentação definitiva do serviço na Capital. Caso avance, os patinetes passam a integrar a rede de alternativas de transporte individual da cidade.