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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

04/07/2012 20:12

Casal assassinado havia se conhecido na segunda-feira através de amiga em comum

Mariana Lopes
Luzia Barbosa Damasceno Costa (Foto: Arquivo Facebook)Luzia Barbosa Damasceno Costa (Foto: Arquivo Facebook)
Alberto Raghiante(Foto: Arquivo Facebook)Alberto Raghiante(Foto: Arquivo Facebook)

Através de uma amiga em comum, o casal assassinado na madrugada de hoje, na rodovia Três Barras, tinha se conhecido na segunda-feira (2). Luzia Barbosa Damasceno Costa, 25 anos, estava de férias em Campo Grande, hospedada na casa dessa amiga que havia apresentado ela ao empresário Alberto Raghiante Junior, de 55 anos.

Por telefone, a companheira de apartamento da amiga de Luzia, que preferiu não se identificar, disse ao Campo Grande News que a estudante de História chegou à Capital no domingo e voltaria para Aquidauana, cidade onde mora com a mãe e o irmão, ainda hoje.

A moça conta que ela, Luzia e Alberto tinham saído para jantar e no final da noite, por volta de 00h30, o empresário foi deixá-las em casa. A amiga da vítima desceu do carro primeiro, levando consigo o celular da estudante. “Pode ir que já já eu entro também”, foi a última frase que Luzia disse à amiga.

“A gente até olhou pela janela para ver se o carro ainda estava lá e não estava, mas imaginamos que eles haviam ido para outro lugar para ficarem juntos”, conta a jovem.

Em depoimento à polícia, Neidinaldo Nascimento da Silva, de 21 anos, assassino confesso do casal, disse que ele e outros comparsas abordaram o Alberto e Luzia dentro do carro, que estava estacionado próximo ao terminal Morenão. O objetivo era roubar o carro para levá-lo ao Paraguai, mas acabaram assassinando os dois e largando os corpos em um mato na rodovia Três Barras.

Na manhã de hoje, quando as duas companheiras de apartamento acordaram e Luzia ainda não havia chegado, elas ainda brincaram que a amiga tinha “esticado” a noite com o empresário. “Só soube do que tinha acontecido no meio da manhã, quando um amigo me ligou, porque viu no meu Facebook que eu era amiga dela. Foi uma surpresa, até agora não consigo acreditar”, disse a amiga que hospedava Luzia.

As duas conheceram Luzia há alguns anos, quando moraram em Aquidauana. A estudante estava hospedada na casa delas durante todo o tempo que esteve em Campo Grande.

Família-A amiga de Luiza contou também que a jovem era o esteio da casa dela. “A mãe tem a saúde um pouco debilitada e o irmão é deficiente, era ela quem sustentava a casa”.

Nos dias que a estudante esteve na Capital, ela contou às amigas que assim que voltasse para Aquidauana iria dar entrada nos documentos para comprar a casa onde a família iria morar. “Ela também disse que, além da casa, estava mexendo ainda com a papelada da cirurgia do irmão”, lembra a jovem ao telefone.

Com a voz meio embargada, por emoção e tristeza, a amiga disse, em poucas palavras, sobre como Luzia era. “Sempre feliz, bem humorada, alegre. Ela era muito alto astral”, descreveu.

Segundo a amiga, ela trabalhava na Cooperativa Camda, em Aquidauana, e estudava História na UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul).

Segundo Marta José Damasceno, tia de Luzia e que esteve na delegacia na tarde de hoje, o pai da vítima é falecido.



é triste ver que vagabundo pode matar a vontade, e a lei procura beneficiar esses meliantes porque nao ha lugar para tanta gente e o governo nao tem interesse em investir em novas unidades prisionais, ai fica o prende solta , infelizmente so vai mudar quando alguem importante morrer nas maos de gente como essa...
meus pesames a famila ...
 
Jaquelini da Silva em 05/07/2012 01:35:20
tudo isso e culpa dessa nossa lei frouxa,que proteje estes bandidos,sera que os direitos humanos vai na casa dessa jovem,ou desse senhor para saber como estão
as familias,porque para esses vagabundos sempres tem tudo,direitos humanos,defensor de graça,sacolão e ajuda de custo..e agora para a mae desta jovem sera que este governo enoperante vai ajudar? e a justiça vai ser feita?
 
antonio alves avelino em 04/07/2012 10:53:57
É e a Justiça, colocou esse bandido em loiberdade. E agora, que fim merece esse "troço", que ceifou as vidas de duas pessoas que não fizeram nada para ele? Como esdse troço, merece morrer? de Que forma? Lenta e gradual ou da mesma forma que ele ceifou as duas vidas? Bem, agora ele está preso e deverá ficar um outro "tempinho" na cadeia de onde a mesma JUSTIÇA mandará solta-lo em breve
 
Gilson Giordano em 04/07/2012 08:58:02
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