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Capital

CCZ já atendeu 313 pedidos para recolher ratos de residências da Capital

A região sul da cidade concentra a maioria dos casos, com 163 registros em 2024

Por Izabela Cavalcanti | 20/05/2024 13:54
Rato parado no meio de amontoado de terra e árvores (Foto: Divulgação/Prefeitura de Campo Grande)
Rato parado no meio de amontoado de terra e árvores (Foto: Divulgação/Prefeitura de Campo Grande)

O CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) já realizou 313 atendimentos relacionados a ratos, de janeiro a abril deste ano, em Campo Grande. A região sul da cidade concentra a maioria dos casos, com 163 registros em 2024.

Na semana passada, o Campo Grande News noticiou surto de ratos em casas do Bairro Tiradentes. A visita indesejada dos ratos causa transtorno para moradores. Mas, medidas simples e eficazes ajudam a evitar o aparecimento dos roedores.

A médica veterinária e chefe do Serviço de Controle de Roedores, Animais Peçonhentos e Sinantrópicos do CCZ, Kelly Godoy, destaca que a principal orientação é em relação ao manejo ambiental. “Evitar presença de lixos mal acondicionados, acúmulo de lixo doméstico, de matérias orgânicas no quintal, além da limpeza periódica”, orientou.

A profissional também ressalta ser necessário que os tutores de cães e gatos tenham cuidado extra com os alimentos servidos aos animais domésticos. “As rações e petiscos devem ser armazenados em potes ou vasilhas com tampa para que os roedores não sejam atraídos”, comentou.

Outra dica é evitar que os ratos tenham acesso à residência entrando por buracos ou frestas nas paredes e no telhado.

Os sinais de que esses bichos estão presentes na residência, são: tomadas e fios elétricos roídos, odor forte de urina, manchas de gordura próximas às paredes e rodapés indicando um típico “caminho de rato”, e barulhos no forro da casa, principalmente à noite quando os roedores costumam ter mais atividade.

Atuação – Além da captura desses animais, o CCZ também atua instalando iscas raticidas nos bueiros e vias públicas que são consideradas áreas prioritárias, como por exemplo, corredores gastronômicos, locais de comércio e em unidades de saúde.

As iscas são usadas no controle dos roedores e não como prevenção. Elas são instaladas somente depois que uma equipe identifica a espécie do animal.

“Enquanto houver o alimento, o acesso à água e o abrigo, essas espécies permanecerão sempre próximas aos seres humanos”, alertou a média veterinária.

Qualquer pessoa pode entrar em contato com a coordenadoria, pelos telefones: (67) 3314-5001, 9504, 5000 ou  (67) 2020 -1796 (WhatsApp).

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