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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

31/07/2014 15:37

Com sede em reforma, Hemosul usa ônibus para recuperar estoques

Lidiane Kober e Alan Diógenes
Com ônibus, Hemosul circula pela cidade em busca de doadores de sangue (Foto: Marcelo Victor)Com ônibus, Hemosul circula pela cidade em busca de doadores de sangue (Foto: Marcelo Victor)

Com a sede em reforma, o Hemosul está com déficit e intensifica trabalhos itinerantes para recuperar os estoques de todos os tipos sanguíneos. A bordo de ônibus, os técnicos vão a diferentes pontos da Capital em busca de doadores. Em média, 120 pessoas colaboram por dia.

“No momento, por conta da reforma na nossa sede, na Avenida Fernando Corrêa da Costa, estamos com déficit em todos os componentes sanguíneos. Como as pessoas estavam acostumadas a ir só lá, intensificamos o trabalho itinerante e, cada dia, com base no cadastro de doadores, vamos em diferentes locais da Capital”, disse Lucéia Fernandes, técnica do Hemosul.

Nesta quinta-feira (31), o ônibus está na esquina das avenidas Mato Grosso com a Ceará, no estacionamento do McDonalds. “A empresa trabalha com a filosofia de incentivar os funcionários a doar, então, quando ficamos sabendo do ônibus itinerante procuramos o Hemosul e oferecemos o nosso estacionamento”, contou a gerente, Zuleika Gutierrez.

Ônibus tem capacidade de receber 120 doações por dia (Foto: Marcelo Victor)Ônibus tem capacidade de receber 120 doações por dia (Foto: Marcelo Victor)

Segundo a técnica do Hemosul, uma das possibilidades é contar com a parceria de empresas para receber o ônibus. “Escolhemos os pontos de acordo com o cadastro de doadores”, explicou. Questionada sobre o cronograma de visitas, ela não soube antecipar. “Decidimos o local no final do dia anterior”, justificou.

A estudante Glenda Laura Oliveira Gomes da Silva, de 25 anos, gostou da iniciativa “pela facilidade”. “Saí da faculdade, passei pelo ônibus, fui para casa almoçar e retornei para ajudar quem precisa”, ressaltou e jovem, que doou hoje, pela segunda vez.

O corretor Marcelo Garcia Bahia, de 40 anos, sempre quis contribuir, mas nunca se dispôs a ir até a sede do Hemosul. “Sempre quis doar, mas nunca tive uma força maior e, como moro perto do McDonald, decidi colaborar”, relatou. “Acredito que todo mundo quer doar, mas não ajudam porque tem preguiça de sair de casa”, emendou.

Por turno, o ônibus tem capacidade de receber ajuda de 60 pessoas, totalizando 120 doações diárias. A previsão, segundo a técnica do Hemosul, é encerrar a reforma e voltar a atender na sede no máximo em novembro.

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