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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

21/06/2011 08:31

Zeolla vai ser julgado por 4 homens e 3 mulheres pela morte do sobrinho

Marta Ferreira e Aline dos Santos
Zeolla chega ao plenário para julgamento pela morte do sobrinho. (Foto: Marcelo Victor)Zeolla chega ao plenário para julgamento pela morte do sobrinho. (Foto: Marcelo Victor)

Quatro homens e três mulheres vão definir o destino do procurador aposentado do MPE (Ministério Público Estadual), Carlos Alberto Zeolla, 46 anos, que está sendo julgado nesta manhã pela morte do sobrinho, Cláudio Alexander Zeolla, 23 anos, ocorrida no dia 23 de março de 2009. Zeolla atirou no sobrinho pelas costas, próximo a uma academia na rua Bahia.

A defesa alega que ele foi “arrastado” para o crime pelo sobrinho, em razão de uma agressão de Cláudio ao avó, pai de Zeolla, que morreu seis meses após o fato. Outro argumento da defesa é que o procurador aposentado é ininputável, por causa de uma doença mental.

O advogado da defesa defende que Zeolla permaneça internado, mesmo sendo isentado de culpa, por medida de segurança.Se for condenado, também defende que seja recebendo tratamento psiquiátrico.

Demorado- O júri vai ser “diferente” por causa do número de testemunhas, definiu esta manhã o promotor Fernando Zaupa.O promotor, que não quis comentar sobre sua atuação no plenário, disse que a sessão de julgamento deve se alongar, por causa do depoimento das testemunhas. Foram convocadas dez, cinco por ele e 5 pelo advogado de defesa, Ricardo Trad, entre elas três procuradores que trabalharam com Zeolla.

O procurador aposentado já está no plenário. Ele chegou usando calça e camisa sociais e carregando um casaco. Nas audiências anteriores, Zeolla sempre pareceu estar sob efeito de medicamentos, o que não ocorre hoje.

O júri é presidido pelo juiz Alexandre Ito. Zeolla é acusado de homicídio qualificado pelo recurso que dificultou a defesa da vítima. A pena, se for condenado, pode passar dos 12 anos.



Não sei dos reais motivos que levaram o procurador a cometer o referido homicídio. Mas sei que quando estagiei no Ministério Público Estadual parecia uma pessoa de bem, matendo bons relacionamentos com seus estagiários. Mas seja qual for a real situação, espero que Deus ilumine os jurados para serem capazes de entender o caso e serem justos no veredito.
 
Juliana Medina em 21/06/2011 09:06:58
quero ver agora se justiça vai mesmo funcionar ou se o dinheiro vai mandar
 
claudemir santos de oliveira em 21/06/2011 08:57:22
Mais uma vez fica provado que, o ser humano independente de sua classe social ou financeira, dependendo apenas de um caso que o leva ao seu desvio emocional é capaz de cometer qualquer tipo de crime,inclusive o de tirar a vida de outra pessoa. Quanto ao réu ser condenado ou absolvido penso que pra sociedade não fará diferença nenhuma, uma vez que ex procurador Zeola não oferece qualquer ameaça; sendo assim, declaro que, se eu fosse participante desse juri sem dúvida nenhuma o absolveria.
 
Edson V. Souza em 21/06/2011 02:13:06
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