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Campo Grande, Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017

30/08/2017 07:59

Cúpula do Detran deixa presídio e ex-deputado será ouvido hoje pelo Gaeco

A prisão temporária de Ary Rigo tem validade de cinco dias

Aline dos Santos
Presos deixaram o Centro de Triagem na madrugada. (Foto: Marcos Ermínio)Presos deixaram o Centro de Triagem na madrugada. (Foto: Marcos Ermínio)

A cúpula do Detran/MS (Departamento Estadual de Trânsito), presa ontem (dia 29) na operação Antivírus, já está em liberdade. Conforme apurado pelo Campo Grande News, seis pessoas deixaram o Centro de Triagem, no Jardim Noroeste, na madrugada desta quarta-feira (dia 30).

Já deixaram a unidade penal Gerson Claro (diretor-presidente), Celso de Oliveira (diretor de Administração e Finanças), Érico Mendonça (chefe de Divisão e de Execução Orçamentária, Financeira e Arrecadação), Donizete Aparecido da Silva (adjunto), Gerson Tomi (diretor de tecnologia do Detran) e Luiz Alberto de Oliveira Azevedo (lotado na Secretaria de Governo). Permanecem presos no local José do Patrocínio, Anderson Campos e Fernando Roger, da Pirâmide Informática. 

Ainda ontem, o TJ/MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) concedeu liberdade para Jonas Schimidt das Neves (dono da Digix) e seu secretário Claudinei Martins Rômulo. Eles estavam presos na 3ª delegacia de Polícia Civil de Campo Grande.

Durante a operação, a polícia cumpriu nove mandados de prisão preventiva, três mandados de prisão temporária e 29 mandados de busca e apreensão. Vinte endereços foram vasculhados e mais de R$ 95 mil em dinheiro apreendidos.

Depoimento – O ex-deputado Ary Rigo segue preso na 3ª delegacia e deve prestar depoimento hoje no Gaeco. De acordo com o advogado Carlos Marques, a expectativa é que ele seja liberado após ser ouvido. A prisão temporária tem validade de cinco dias.

A defesa aponta que a prisão de Rigo foi pedida por ele ter tido escritório há sete anos na mesma sede da Digix e por ter recebido na conta bancária dinheiro declarado de Jonas. Segundo Marques, são pequenos valores relativos à compra e venda de gado. “Mas o Ministério Público concluiu que é irregular”, afirma o advogado.




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