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Capital

Dono de bar diz que morto por motoqueiros podia “estar marcado”

Rafael Ribeiro e Yarima Mecchi | 28/01/2017 09:50
Marcas da violência na madrugada ainda eram visíveis nesta manhã no local (Foto: Marcos Ermínio)
Marcas da violência na madrugada ainda eram visíveis nesta manhã no local (Foto: Marcos Ermínio)

O dono do bar no Jardim Colibri onde um homem de 36 anos foi morto a tiros, na madrugada deste sábado (28), disse acreditar que a vítima estava marcada para morrer. “Foi tudo muito certeiro. O outro menino foi atingido por acidente”, disse.

“Eles chegaram em quatro pessoas, três homens e uma mulher, encostaram em um carro e menos de dois minutos depois chegou os motoqueiros atirando”, disse o comerciante, de 31 anos. “O jovem estava no meio, foi atingido na nuca por engano, tenho certeza.”


A outra vítima, de 24 anos, segue internada em estado grave no pronto-socorro da Santa Casa de Campo Grande. Robson Martins da Silva morreu no hospital, após ser socorrido por amigos.


Segundo ele, o bar fecha as portas durante a madrugada e funciona apenas com a janela e grades abertas, vendendo cerveja em copos plásticos. “Acontece muita briga sim, mas não algo desse tipo”, disse o comerciante.


O dono do bar disse que já entregou as imagens gravadas por suas câmeras de segurança à Polícia Civil, que investiga o caso. Ressaltou que conhece a vítima fatal pelo apelido de ‘Pica Pau’ e que não reconheceu os atiradores. “Não tenho a menor idéia do que aconteceu”, completou.

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