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Campo Grande, Quarta-feira, 15 de Agosto de 2018

20/12/2016 17:05

Em 1 ano, PF prendeu quase 2 mil por crimes como tráfico e corrupção

Prisões são resultado de 54 operações realizadas pela Polícia Federal em 2016

Luana Rodrigues
Policiais federais em operação realizada em junho deste ano. (Foto: Fernando Antunes/ Arquivo)Policiais federais em operação realizada em junho deste ano. (Foto: Fernando Antunes/ Arquivo)

Um balanço divulgado pela Polícia Federal nesta terça-feira (20), revela que em 2016, 1,9 mil pessoas foram presas em flagrante em Mato Grosso do Sul. A maioria dos presos pela PF, são criminosos envolvidos em tráfico de drogas, corrupção e lavagem de dinheiro.

Conforme levantamento, durante o ano foram realizadas 54 operações da PF no Estado. Entre as principais está a operação Matterello, que desmantelou uma organização criminosa que atuava no tráfico de drogas nos Estado de Mato Grosso do Sul, Paraná, Pernambuco e São Paulo.

No transcorrer das investigações foram apreendidas aproximadamente quatro toneladas de maconha, além de 2,7 mil quilos de cocaína.

Outra operação importante, relacionada ao tráfico, foi denominada Nevada. Nesta ação, a polícia prendeu uma quadrilha que operava nos Estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e São Paulo.

Segundo a PF, o grupo fazia tráfico transnacional de cocaína e lavagem de ativos. Durante a operação, foram apreendidos 778 kg de cocaína, US$ 2,2 milhões, R$ 38 mil, 1 pistola calibre 9mm, dois revólveres calibre 38, e munições.

O montante das transações ilegais detectados no curso da investigação para a compra de bens imóveis, cujos valores ultrapassam R$ 5 milhões, além de veículos de luxo, alguns avaliados em mais de R$ 400 mil.

Ao todo, a polícia apreendeu 4,4 mil quilos de cocaína, 76,9 mil quilos de maconha, 157 comprimidos de ecstasy e 30 frascos de lança-perfume.

Corrupção – Ainda entre as operações realizadas pela PF em 2016, estão a 2ª e 3ª fase da Lama Asfáltica, que investigou um grupo criminoso que desviava recursos de contratos de obras públicas, fraudes em licitações e recebimento de propinas que resultou em crimes de lavagem de dinheiro. Os contratos sob investigação envolvem mais de R$ 2 bilhões.

Entre os investigados estavam o ex-secretário de Obras, Edson Giroto, sua esposa, Rachel Giroto, o servidor Wilson Roberto Mariano de Oliveira, o empresário João Amorim, sua sócia Elza Cristina Araújo e outras oito pessoas por lavagem de dinheiro.

Segundo a PF, ao todo, 2.168 pessoas foram indiciados por diversas práticas criminosas.




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