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Campo Grande, Quarta-feira, 22 de Maio de 2019

23/04/2019 18:31

Em um dia, nove veículos ficam atolados em rua do Cristo Redentor

No início da manhã um ônibus ficou atolado no local; motoristas da linha já evitam o trecho quando chove

Fernanda Palheta
Durante a tarde três carros ficaram atolados e no início da noite cinco carros ficaram presos na lama (Foto: Direto das Ruas)Durante a tarde três carros ficaram atolados e no início da noite cinco carros ficaram presos na lama (Foto: Direto das Ruas)

Em menos de 24 horas, pelo menos nove veículos ficaram atolados na rua Lourenço Alves da Costa, no bairro Cristo Redentor, em Campo Grande, após as chuvas que começaram no último domingo (21). A conta foi feita pelo morador do bairro, o professor Chrys Osório, de 30 anos, que afirma que a cena já é comum na região.

“Hoje, por volta de 5h um ônibus atolou nessa rua, acho que era o ônibus do primeiro horário da linha. Como é comum isso acontecer muitos motoristas já estão evitando essa rua quando chove”, conta o professor.

A lista de veículos atolados continuou crescendo durante o dia, segundo o morador no horário do almoço três carros atolaram e no fim da tarde, cinco veículos ficaram presos em meio a lama. O professor afirma que o único alerta para os motoristas são os próprios carros parados no local. “Desde ontem carros estão atolando na rua, só não atolam os motoristas que chegam depois e conseguem ver os outros carros atolados”, brinca.

Um ano depois de se mudar para a rua paralela a rua Lourenço Alves da Costa, no Cristo Redentor, o professor está vendendo a casa que construiu. “Estou vendendo minha casa por causa disso, não tem condições de morar aqui. Eu precisei trocar o meu carro, porque um carro baixo não transita aqui quando chove”, explicou. Ele ainda conta que só descobriu o problema depois da mudança. “Eu comecei a construir na época da seca, só fui ver esse problema depois que mudei”, afirma.

Assim como ele quer, a mãe do professor saiu do bairro por causa dos estragos da chuva. “Minha mãe morou aqui durante um ano e como ela não tinha condições de continuar aqui por causa da chuva ela se mudou no começo desse ano”, explica. O pedido de asfalto é uma reivindicação antiga dos moradores do Cristo Redentor.

Outro lado – A prefeitura de Campo Grande informou que Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos) vai retomar a manutenção das vias as condições climáticas permitirem.

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