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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

21/08/2015 18:47

Escola recebe piso tátil em calçadas para garantir acessibilidade no Centro

Alan Diógenes
Calçada de escola foi arrancada para receber outra já com o piso tátil. (Foto: Marcos Ermínio)Calçada de escola foi arrancada para receber outra já com o piso tátil. (Foto: Marcos Ermínio)
Batalhão de Trânsito ao lado da escola já recebeu o piso tátil. (Foto: Marcos Ermínio)Batalhão de Trânsito ao lado da escola já recebeu o piso tátil. (Foto: Marcos Ermínio)
Liliane disse que calçadas na região eram não eram uniformes. (Foto: Marcos Ermínio)Liliane disse que calçadas na região eram não eram uniformes. (Foto: Marcos Ermínio)

Para dar mais acessibilidade aos portadores de deficiência visual que frequentam o CAP (Centro de Apoio para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual), o Estado está colocando piso tátil em todos os órgãos públicos em volta da escola, onde a unidade fica localizada na Rua Bahia, em Campo Grande.

Há dois meses foi a vez do Bptran (Batalhão de Polícia Militar de Trânsito), ao lado do centro, receber a calçada com o piso tátil. Agora é a vez da Escola Estadual Lúcia Martins Coelho receber a calçada adequada para que aos participantes do centro tenham maior acessibilidade. Na tarde desta sexta-feira (21) funcionários do Estado estavam trabalhando no local.

O técnico de enfermagem Marcos Ferreira Gonçalves, 33 anos, disse que o Estado está dando exemplo para que a população também faça o mesmo em frente às residências particulares. “Acho importante isso. Eles deveriam expandir para os órgãos públicos em bairros da periferia também”, comentou.

A autômoma Liliane Duarte, 29, falou que a população sem deficiência já sofre com as calçadas uniformes no centro da cidade, imagina que tem a mobilidade reduzida. “Se a gente já passa por apuros, imagina eles. Ou vamos supor que vocês esteja com a perna quebrada ou outra coisa, como vai andar nestas calçadas. Ainda bem que estão arrumando”, destacou.

Já o advogado Márcio Medeiros, 48, é contra a medida. Para ele o número de pessoas com algum tipo de deficiência é pequeno demais. “Acho que é um dinheiro disperdiçado porque é difícil ver pessoas com deficiência andando pelo centro”, finalizou.

A constatação que a equipe do Campo Grande News teve nesta tarde de sexta-feira (21) foi outra. Durante dez minutos que a equipe ficou no local, passaram três pessoas com deficiência visual.

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