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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

17/10/2013 22:10

Especialistas em antiterrorismo discutem ações em Campo Grande

Vinícius Squinelo

Ações anarquistas de grupos mascarados que tomaram conta das manifestações populares nos últimos meses no Brasil, é o tema da palestra realizada na manhã desta quinta-feira (17), no auditório da Acadepol (Academia de Polícia Civil de Mato Grosso do Sul) pelo perito criminal e instrutor Geremias de Jesus Júnior, da Counter Terrorism Experts Internacional (C.E.T.T.A.).

Uma vídeo conferência direto da Itália com Giovanni Piero Spinelli, consultor da Stam Solutions, empresa internacional especializada em ações antiterroristas, marcou o evento. Spinelli destacou que o Brasil atualmente é o palco do mundo e que a polícia não pode concentrar suas ações apenas no combate ao narcotráfico. “Os protestos vão tomar dimensões cada vez maiores porque os Black Blocs, como são chamados os anarquistas mascarados, querem chamar a atenção da mídia”, explicou Giovanni.

Os palestrantes enfatizaram ainda que não se trata de um grupo social, mas sim de pessoas treinadas com estratégia clara de infiltrar agentes de destruição em manifestações pacíficas, com a única finalidade de destruir e transformar os movimentos em ações de guerrilha. “Não são nem de esquerda, nem de direita, mas sim grupos anárquicos”, destacou Spinelli.

Movimentos constantes e anarquistas ainda não estão presentes em Mato Grosso do Sul, mas de acordo com Jorge Razanauskas Neto, Delegado-geral da Polícia Civil e Wantuir Jacini, Secretário Estadual de Justiça e Segurança Pública, que participam do evento esta manhã, o objetivo é se antecipar as ações.

“A ideia é estudar o perfil desses grupos e articular de forma inteligente as ações policiais”, explica Jacini. Razanauskas complementa dizendo que os grupos tem objetivos específicos de destruição e violência e que eventos como o realizado hoje contribuem para o conhecimento e elaboração de estratégias eficientes no combate desse tipo de ação, pela Polícia Civil.

Acredita-se que o número de mascarados organizados não ultrapasse 200 aqui no Brasil, porém segundo Geremias o grupo de desordeiros é engrossado por integrantes de movimentos sociais falidos, punks e marginais de algumas periferias do Rio de Janeiro e de São Paulo. Com o reforço, os mascarados enfrentam a polícia e destroem patrimônios públicos e privados.

“Não se trata de um problema do Brasil, mas sim internacional”, diz Geremias que caracteriza os Black Blocs como um grupo armado no Brasil, com finalidade específica de destruir e enfraquecer a estrutura político-social do país.

Além de Jacini e Razanauskas, diretores da Polícia Civil e delegados de várias unidades da Capital e do interior participaram do evento que é um marco no combate ao surgimento dos mascarados no Estado.

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Eu sei de uma maneira para prender estes vândalos: quando as forças de segurança ficassem sabendo quando seria a manifestação, seria convocado o maior número de policiais, soldados do exército...federais..os quais iriam cercar todas as saídas do "evento". Terminado o quebra-quebra, seria feita a operação "pente-fino"...não passaria NINGUÉM sem ser fichado pela polícia.
 
Eugênio de Souza em 18/10/2013 08:39:47
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