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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

24/08/2012 20:26

Exame confirmou que bebê morto tinha leishmaniose, diz família

Nyelder Rodrigues

O bebê de oito meses que morreu vítima de leishmaniose na manhã desta sexta-feira (24) só foi internado, de acordo com a família, na noite de quinta-feira (23) no Hospital Regional de Campo Grande.

Pedro Henrique Vieira Ferreira foi diagnosticado com a doença após apresentar febre de 39° e passar durante o dia por vários postos de saúde da Capital, entre eles o do bairro Coronel Antonino, Jockey Club, e o último deles, o da Vila Almeida.

Conforme os pais da criança, Juliano Vieira dos Santos, de 24 anos, e Fabiana dos Santos Ferreira, de 21, no posto da Vila Almeida, havia a suspeita de que o bebê estivesse com hepatite B ou leishmaniose. Um exame de sangue confirmou a segunda hipótese.

Os pais também contam que a criança apresentou quadros de pneumonia e anemia, tomando dois tipos de antibióticos e Dipirona, para abaixar a febre. “Ele já foi internado em estágio avançado. Ele ficou todo inchado, com o fígado assim, o baço também”, relata a mãe.

Juliano e Fabiana moram no bairro Vila Ipiranga, e Pedro era o único filho do casal. Eles dizem que no bairro há vários cães, e que há algum tempo existiam suspeitas de que um animal na região estava com leishmaniose.

“Em casa temos um cachorro, mas não foi diagnosticado nada nele. Equipes da saúde sempre passam lá e nunca foi constatada nenhuma alteração”, explica Fabiana. O bebê está sendo velado nesta noite, na Capela Campo Grande.

Dados sobre a doença - Dados da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde de Campo Grande) apontam que de janeiro a junho de 2012 foram 87 casos confirmados e 164 suspeitos.

O mês de janeiro teve maior número de registros com 24 confirmados. Em 2011, foram 202 casos confirmados com três mortes na Capital. No ano anterior foram sete óbitos.



A população só sabe criticar o prefeito e os secretários, Só que ninguem faz a sua parte de deixar o seu próprio quintal limpo. Vamos rever os conceitos pessoal!
 
Marcela Lima em 18/01/2013 10:49:12
COM A PALAVRA A SECRETARIA MUNICIPAL DE SAUDE....SECRETARIO....TECNICOS E O PROPRIO PREFEITO.....QUE VERGONHA..........EM CAMPO GRANDE SE MORRE DE DENGUE....LEIHSMANIOSE...MALARIA......E TANTAS OUTRAS......OUTUBRO TEM ELEICAO.....SERA QUE VAI CONTINUAR......OS MESMOS OU VAMOS MUDAR PARA TER NOVAS OPORTUNIDADES................
 
ROBERTO CAMPOS em 25/08/2012 08:11:40
Sandra está certa: Jéssica não. Cão positico à Leishmaniose não tem cura. Será sempre reservatório do parasita e portanto, fonte de infecção, segundo os trabalhos científicos publicados. As normas determinam sim o sacrifício dos animais positivos. Isso é questão de saúde pública e tem de ser levada a sério, em que pese , infelizmente, termos que nos privar dos nossos animais de estimação.
 
sebastiao dos reis em 25/08/2012 07:10:46
Gente, pelo amor de Deus, parem com tanta ignorância! Não é o cão q transmite, mas ele é o reservatório, faz parte do ciclo de transmissão da doença! Não existe cura no cão infectado! Estão brincando com coisa séria... amem seus cães, mas antes de tudo AMEM SEUS FILHOS!!!
 
Sandra Melo em 25/08/2012 04:44:32
Seria interessante informar que a leish não é transmitida pelo cão, antes dos dados da doença. O bebê pegaria independete de ter ou não cães por perto. A matéria como está, gera mais desinformação e apoio à matança dos pobres animais.
 
Fernanda Abreu em 25/08/2012 02:32:46
A verdade é que sacrificar o seu cachorro por ele estar com leishmaniose não significa que os casos diminuirão ou que esse problema foi sanado. Quem passa a doença não é o cachorro, e sim o pernilongo (mosquito-palha). A política de saúde deve ser outra: exterminar os mosquitos. Tanto para os animais quanto para as pessoas existe o tratamento.
 
Jéssica Souza em 25/08/2012 02:21:07
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