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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

24/07/2014 11:58

Família espera que Polícia identifique culpados por morte na Santa Casa

Francisco Júnior e Ranan Nucci
Celeide e o marido prestaram depoimento nesta manhã. (Foto: Marcelo Calazans)Celeide e o marido prestaram depoimento nesta manhã. (Foto: Marcelo Calazans)

A família de Norotilde Araújo Greco, 72 anos, espera que a Polícia identifique o mais rápido os responsáveis pela morte da idosa que tinha câncer e morreu após fazer sessões de quimioterapia na Santa Casa de Campo Grande.

Hoje a irmã da idosa, Celeide Vargas de Araújo buccieri, 53 anos, o marido dela, Mário Aparecido Bucciere, 69 anos e a filha do casal, foram até a 1ª Delegacia para prestar depoimento sobre o caso. A investigação é presidida pela delegada Ana Cláudia Medina.

Antes de depor, Celeide contou a reportagem do Campo Grande News o drama vivido pela irmã antes de morrer.

Norotilde estava com câncer no colo retal descoberto em março deste ano. O tratamento indicado pelo médico foi de quimioterapia e radioterapia.

Entre os dias 24 e 28 de junho, conforme Celeide, a idosa foi submetida a sessões diárias de quimioterapia e radioterapia, porém, após o termino da terceira sessão Norotilde começou a passar mal e apresentou manchas no corpo, feridas na boca e tinha dificuldade para se alimentar.

“ Inicialmente alegaram que era não nada demais, aplicaram um soro nela e nós voltamos para casa”, conta a irmã. Segundo ela, passados alguns dias, os sintomas pioraram e no dia 5 Norotilde teve que ser encaminhada para o pronto-socorro da Santa Casa.

Celeide relata que a irmã ficou cerca de 12 dias sem conseguir se alimentar direito. A idosa morreu no dia 11 deste mês.

A irmã reclama que passado vários dias da morte de Notorilde ainda não teve acesso ao prontuário dela.

O cunhado da vítima disse que com essas investigações espera que os culpados sejam identificados e punidos para que situações assim não voltem a acontecer com mais ninguém.

Além da família de Norotilde, parentes de CarmenInsfranBernard, de 48 anos e de Maria Glória Guimarães, de 61 anos, que também morreram após sessões de quimioterapia, prestaram depoimento nesta manhã. Eles não quiseram falar com a imprensa.



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