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Capital

Hospital de Câncer receberá repasse de R$ 5,1 milhões e contrato é prorrogado

Valor corresponde a débitos com instituição e valor necessário para manter o atendimento, segundo Marquinhos

Por Anahi Zurutuza e Alberto Dias | 17/01/2017 16:56
Marquinhos Trad ao lado do secretário de Saúde, Marcelo Vilela, e do diretor-financeiro do hospital, Cláudio Machado (Foto: Alberto Dias)
Marquinhos Trad ao lado do secretário de Saúde, Marcelo Vilela, e do diretor-financeiro do hospital, Cláudio Machado (Foto: Alberto Dias)

A Prefeitura de Campo Grande vai repassar R$ 5,1 milhões em recursos para quitar débitos e garantir o atendimento de pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde) no Hospital de Câncer Alfredo Abrão até 31 de março. O anúncio foi feito pelo prefeito Marquinhos Trad (PSD) na tarde desta terça-feira (17) durante visita à unidade.

O prefeito disse que assim que assumiu o comando do município iniciou as negociações com a direção do hospital.

Além dos repasses mensais necessários para a manutenção do atendimento, a prefeitura vai quitar débitos referentes aos atendimentos feitos nos meses de setembro, outubro, novembro e dezembro, R$ 173,8 mil em cirurgia e R$ 207 mil em exames. “Isso é um dever e não um favor”, Marquinhos deixou claro.

Já a prorrogação do contrato dá mais tempo para que a prefeitura negocie a continuidade dos atendimentos no hospital referência em tratamento de pessoas com câncer pelo restante do ano.

“Vamos estudar a situação para que então seja feita uma nova contratualização”, afirmou o diretor-financeiro do HC, Cláudio Machado.

Vistoria – Antes de anunciar a quitação das dívidas e prorrogação do contrato, acompanhado do secretário de Saúde, Marcelo Vilela, o prefeito percorreu os corredores e dependências do hospital, assim como fez no fim de semana na Santa Casa e no HU (Hospital Universitário).

Marquinhos conversou com pacientes, funcionários e disse ter saído com uma boa impressão da unidade. “Diferente de outros locais que eu visitei, aqui não vi a reclamação de nenhum paciente”.

Bloqueio de contas - A prefeitura teve as contas bloqueadas no fim do ano passado a pedido do Hospital de Câncer por conta dos pagamentos em atraso. Por conta do bloqueio, o 13º dos 22 mil servidores municipais não teria sido pago, segundo justificou na época o prefeito Alcides Bernal (PP). 

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