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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

14/02/2014 15:04

Incêndio em fábrica assustou moradores e comerciantes da região

Mariana Lopes e Luciana Brazil
Fogo se alastrou muito rápido (Foto: Marcos Ermínio)Fogo se alastrou muito rápido (Foto: Marcos Ermínio)

Moradores e comerciantes da região do Jardim Noroeste e Maria Aparecida Pedrossian ficaram assustados com a fumaça escura que encobriu o céu de Campo Grande nas proximidades da fábrica de piscina Aqua New, que foi atingida por um incêndio e ficou completamente destruída pelo fogo.

O medo da maioria não era de as chamas se alastrarem e atingirem os imóveis que ficam no entorno da fábrica, mas sim que a fumaça tóxica fosse levada pelo vento e o ar ficasse contaminado, podendo oferecer algum risco à população.

O funcionário de uma empresa de plantio de eucalipto que fica ao lado da fábrica de piscinas, Diogo Marques, 30 anos, disse que viu a fumaça em um noticiário e, com o susto, foi correndo ao local.

“Fiquei preocupado de o incêndio atingir a estrutura da loja, quando cheguei aqui os bombeiros ainda estavam apagando o fogo, os funcionários que estavam na fábrica tentaram conter as chamas para que não chegassem ao escritório deles”, conta Diogo.

O rapaz conta que ainda ajudou os militares a segurarem a mangueira, depois que um muro do terreno da fábrica caiu. “O fogo estava muito alto, teve muita correria das pessoas da fábrica, o céu ficou escuro, muitas explosões, fiquei com medo na hora”, descreve Diogo.

O músico Pedro Borges, 18 anos, mora a uma quadra da fábrica de piscinas e viu o momento quando a fumaça escura tomou conta do céu. “Estava muito alta, assustei, mas também sei que está longe da minha casa e que não há risco porque tem um espaço de segurança”, ressalta o jovem.

Ao perceber que o vento levava a fumaça para o lado oposto das residências do Jardim Noroeste, a dona de casa Maria Aparecida Gomes, 57 anos, disse que ficou preocupada apenas com o que o fogo poderia gerar. Ela mora a duas quadras da fábrica e a fumaça nem chegou à casa dela.

O motorista Jorge Edno, 46, percebeu a fumaça quando estava em um posto de combustível abastecendo o veículo. No primeiro momento, ele se preocupou, pois notou que o fogo estava na região da casa dele, que mora no bairro Marai Apaecida Pedrossian.

Mas o susto foi amenizado quando ele se aproximou do local e constatou que não havia risco de as chamas se alastrarem até a casa dele, que é consideravelmente longe da fábrica de piscinas.

Também moradora no bairro Maria Aparecida Pedrossian, a professora Silvalina Rodrigues, 53 anos, estava de longe olhando a fumaça e as chamas. Mesmo não morando muito próximo ao prédio incendiado, ela admite que ficou preocupada com o fogo e que se assustou com a situação.

O fogo já foi controlado pelos bombeiros e o trabalho de rescaldo deve durar pelo menos 4 horas.

 



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